Grávida é suspeita de matar padrasto para defender mãe de agressões

Publicado em 05/03/2026, às 13h32
Hospital e Maternidade de Suzano para onde o homem esfaqueado foi levado - Reprodução / Google Street View
Hospital e Maternidade de Suzano para onde o homem esfaqueado foi levado - Reprodução / Google Street View

Por Folhapress

Um homem de 37 anos foi esfaqueado pela enteada durante uma briga em Suzano, Grande São Paulo, após agredir a companheira, mãe da jovem, em um desentendimento sobre uma suposta traição.

A enteada, de 19 anos e grávida de nove meses, interveio para proteger a mãe e acabou ferindo o padrasto, que não sobreviveu aos ferimentos após ser levado ao hospital.

A Polícia Civil investiga o caso, considerando a possibilidade de legítima defesa, enquanto a suspeita permanece foragida e sua identidade não foi divulgada.

Resumo gerado por IA

Um homem morreu após ser esfaqueado pela enteada na madrugada de hoje em Suzano, na Grande São Paulo.

O homem, 37, brigava com a companheira, mãe dela. Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), o casal estava em casa, na rua Antônio Felix Pinto, quando teve um desentendimento a respeito de uma suposta traição por volta das 3h.

Durante a discussão, ele teria agredido a mulher com socos. De acordo com o relato da esposa à polícia, a filha, de 19 anos e que está grávida de nove meses, interveio na situação para conter as agressões.

A gestante, então, teria dado uma facada no padrasto. Logo após o crime, ela fugiu da residência, enquanto o ferido foi socorrido por um conhecido ao Hospital e Maternidade da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.

A enteada ainda não foi encontrada. A Polícia Civil informou que investiga o caso para esclarecer as circunstâncias da morte e a "possível ocorrência de legítima defesa".

A suspeita não teve a identidade revelada. Por isso, o UOL não pôde localizar sua defesa, mas o espaço segue aberto para manifestação.

EM CASO DE VIOLÊNCIA, DENUNCIE

Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 190 e denuncie.
Casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por parceiros ou ex-companheiros das mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.

Também é possível realizar denúncias pelo número 180 -Central de Atendimento à Mulher- e do Disque 100, que apura violações aos direitos humanos.

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