Grupos suspeitos de furtar equipamentos em agências da Caixa em Alagoas é alvo da PF

Publicado em 12/02/2026, às 09h11
Divulgação/PF
Divulgação/PF

Por TNH1 com Ascom PF

A Polícia Federal deflagrou a operação 'Visão Noturna' em Alagoas para combater grupos criminosos que furtam equipamentos e danificam agências da Caixa Econômica Federal, essenciais para o funcionamento bancário.

A operação visa coletar provas que ajudem a identificar os membros da organização criminosa, com a possibilidade de penas superiores a 10 anos para os envolvidos, caso as suspeitas sejam confirmadas.

Além das ações policiais, a PF destacou que esses crimes não apenas geram prejuízos financeiros, mas também afetam socialmente milhares de cidadãos que dependem dos serviços da Caixa, evidenciando a importância da operação.

Resumo gerado por IA

Grupos criminosos especializados em furtos de equipamentos e danos em agências da Caixa Econômica Federal de Alagoas foram alvo da operação “Visão Noturna” da Polícia Federal, deflagrada nesta quinta-feira (12). Segundo a PF, os componentes roubados eram essenciais para o funcionamento das unidades bancárias. 

Durante o cumprimento dos mandados, foram colhidos elementos de interesse investigativo que, após análise, poderão ser utilizados para a identificação dos integrantes da organização criminosa. Não foi divulgado quantos mandados foram cumpridos. 

Se confirmadas as suspeitas criminais, os investigados poderão responder pelos crimes de furto qualificado e dano ao patrimônio público. As penas, se somadas, podem ultrapassar 10 (dez) anos de reclusão, conforme o Código Penal Brasileiro.

“A PF ressalta ainda que o furto de equipamentos em agências bancárias federais não causa apenas prejuízo financeiro, mas gera um impacto social relevante, visto que a interrupção dos serviços prejudica milhares de cidadãos que dependem de pagamentos de benefícios e serviços sociais prestados pela instituição”, divulgou a assessoria. 

O nome da operação, Visão Noturna, faz alusão à capacidade técnica da Polícia Federal em identificar infratores que operam sob o pretexto da invisibilidade noturna, reforçando que o anonimato das sombras não impede a ação da justiça. 

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