Crime ocorreu na Rua Dias Cabral, no Centro Maceió; comerciantes dizem que já pagam segurança privada por causa da sequência de assaltos
Um homem armado assaltou uma obra no Centro de Maceió, levando celulares e dinheiro de pedreiros, em um crime ocorrido na quarta-feira à tarde. O ataque destaca a crescente insegurança na região, onde comerciantes relatam frequentes incidentes de roubo.
O assaltante aproveitou a distração dos trabalhadores para realizar o crime, que foi registrado por câmeras de segurança, ajudando na possível identificação do suspeito. A falta de segurança na área tem levado empresários a se unirem para contratar vigilância particular.
Em resposta à insegurança, 27 comerciantes estão pagando R$ 115 mensais cada um para manter um serviço de segurança durante a noite, buscando proteger seus estabelecimentos de arrombamentos e assaltos. A situação reflete uma preocupação crescente com a segurança pública na região central.
Funcionários de uma obra foram mantidos reféns durante um roubo, na tarde desta quarta-feira (11), na Rua Dias Cabral, no Centro de Maceió. Durante a ação, o suspeito do crime levou celulares e dinheiro em espécie das vítimas.
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Segundo os relatos de testemunhas, o suspeito teria invadido o local e usado uma arma para render os trabalhadores. Ele teria aproveitado o momento em que os pedreiros estavam concentrados no serviço para anunciar o assalto e levar os aparelhos celulares e uma quantia em dinheiro das vítimas, que não chegaram a reagir.
Uma câmera de segurança registrou o momento em que o suposto assaltante deixou o local do crime. As imagens (veja abaixo) devem auxiliar na identificação do suspeito.
A Polícia Militar foi informada sobre o ocorrido, mas não há confirmação se foi registrado boletim de ocorrência até o momento.
Situação recorrente
Comerciantes afirmam que a insegurança tem sido frequente na área central. De acordo com eles, 27 empresários se uniram para contratar segurança particular durante a noite, como forma de evitar arrombamentos e novos assaltos.
Cada comerciante contribui com R$ 115 mensais para manter o serviço de vigilância. “Não temos segurança nenhuma aqui a noite. À noite, a gente está pagando”, relatou.
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