Homem é suspeito de matar companheira a facadas e acusa mãe com Alzheimer

Publicado em 27/01/2026, às 07h33
Reprodução/TV Pajuçara
Reprodução/TV Pajuçara

Por TNH1 com TV Pajuçara

Uma jovem de 20 anos, identificada como Maria Eduarda Carvalho de Mello, foi assassinada a facadas em Maceió, com o principal suspeito sendo seu companheiro, que foi detido pela polícia logo após o crime.

O suspeito apresentou uma versão em que a mãe de criação da vítima seria a autora do crime, mas a polícia desconfia dessa narrativa devido a evidências de luta corporal e ao histórico de violência doméstica do homem, que já havia descumprido medidas protetivas anteriores.

O suspeito foi levado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, onde investigações estão em andamento, incluindo a coleta de depoimentos de testemunhas e familiares para esclarecer os fatos.

Resumo gerado por IA

Uma mulher foi assassinada a facadas na madrugada desta terça-feira (27), no bairro Cruz das Almas, em Maceió. A vítima foi identificada como Maria Eduarda Carvalho de Mello, de 20 anos. O principal suspeito é o companheiro dela, que foi levado à delegacia momentos depois. 

Em entrevista à TV Pajuçara, o delegado Daniel Aquino revelou que o homem acusou a própria a mãe de ter cometido o crime contra Maria Eduarda. Segundo ele, as duas brigavam frequentemente e por motivos "aleatórios". O companheiro da vítima também destacou que houve uma discussão recente entre a mãe e a jovem. No entanto, a polícia desconfiou da versão dele.

Para o delegado, a declaração do companheiro de Maria Eduarda não foi sustentada pelos seguintes fatores: ele apresentava marcas no corpo que indicam uma luta corporal, a vítima tinha duas medidas protetivas contra o homem e a mãe, acusada do assassinato pelo próprio filho, sofre de Alzheimer.

“As alegações que ele afirma que aconteceram estão destoando do que o cenário está mostrando. Além disso, em razão da sua mãe não está em plenas faculdades mentais, a gente não conseguiu colher tantas informações.”

“Ele já foi preso por descumprimento de medida protetiva, por violência doméstica, sendo a própria vítima de agora, sendo vítima naquela ocasião. A gente precisa verificar se as medidas protetivas estavam ainda valendo”, complementou Daniel Aquino. 

O homem foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde estão sendo realizados os procedimentos cabíveis. Testemunhas e parentes também estão sendo ouvidos. 

*Estagiário sob supervisão

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