O Instituto Médico Legal de Arapiraca solicitou ajuda para localizar os familiares de dois homens identificados, cujos corpos estão na unidade há semanas, podendo ser sepultados como indigentes se não houver reconhecimento formal.
Reginaldo Messias da Silva, de 51 anos, e Michel Tavares de Barros, de 39 anos, tiveram suas identidades confirmadas por exames, e ambos faleceram por causas clínicas, sem sinais de violência.
O IML pede que parentes ou pessoas com informações sobre as vítimas compareçam à unidade para realizar a liberação dos corpos, evitando assim o sepultamento como indigentes.
O Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca fez um apelo público para localizar familiares de dois homens já identificados cujos corpos permanecem na unidade há semanas aguardando liberação. Segundo o órgão, caso nenhum parente compareça para os procedimentos legais, as vítimas poderão ser sepultadas como indigentes.
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Identificação das Vítimas

Um dos casos é o de Reginaldo Messias da Silva, de 51 anos, filho de Pedro Barbosa da Silva e Maria Caetano de Messias. Natural de São José da Tapera, ele nasceu em 14 de fevereiro de 1975 e trabalhava como autônomo. De acordo com informações levantadas pela equipe do IML, Reginaldo possivelmente residia na localidade conhecida como Lagoa do Félix, no município de Igaci.
O corpo dele deu entrada no IML no dia 6 de março, após ser encontrado na Fazenda São Francisco de Assis, no município de Penedo. Ele apresentava pele parda, cabelos pretos, olhos castanhos e cerca de 1,65 metro de altura.

O segundo caso é o de Michel Tavares de Barros, de 39 anos, filho de Petrúcio Ramiro Tavares e Marinete Alexandre de Barros. Natural de Limoeiro de Anadia, ele nasceu em 7 de setembro de 1986 e trabalhava como agricultor. Informações preliminares indicam que residia no povoado Pimenteira, na zona rural de Campo Alegre.
O corpo de Michel foi encaminhado ao IML de Arapiraca no dia 12 de fevereiro, após atendimento no Hospital Regional Nossa Senhora do Bom Conselho, em Arapiraca. Ele tinha pele parda, cabelos e olhos castanhos e cerca de 1,60 metro de altura.
De acordo com a direção do instituto, ambos morreram por causas clínicas, sem indícios de violência. A identificação das vítimas foi confirmada por meio de exame de necropapiloscopia, realizado pelo papiloscopista Sérgio Alison Portela, do Instituto de Identificação de Alagoas.
O IML reforça que familiares ou pessoas que tenham informações sobre parentes das vítimas devem procurar a unidade em Arapiraca o quanto antes para realizar a liberação dos corpos e permitir o sepultamento. Sem o reconhecimento formal, os dois homens poderão ser enterrados como indigentes.
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