“Insano e surpreendente!”, diz Mion sobre "A Casa", reality que estreia hoje na Record TV

Uma casa de 120 metros quadrados, dois banheiros, quatro camas, comida para quatro pessoas, dois papeis higiênicos, cem pessoas para dividir tudo isso, confinadas dia e noite sob o olhar de câmeras.

Publicado em 27/06/2017, às 08h07

Por Redação

Uma casa de 120 metros quadrados, dois banheiros, quatro camas, comida para quatro pessoas, dois papeis higiênicos, cem pessoas para dividir tudo isso, confinadas dia e noite sob o olhar de câmeras.

Se você pensava que o "Big Brother" era o zoológico humano é porque ainda não viu "A Casa", que estreia na próxima terça-feira (27), na Record TV.

Formato da Fremantle, o reality já está sendo gravado e vem surpreendendo até o seu maestro, Marcos Mion, que apresenta a atração.

"Eu nunca vi nada assim antes. Vocês nunca viram. É inédito mesmo e muito maluco. Nessas situações, as pessoas nos surpreendem a todo momento", conta Mion.

A cada semana, pessoas são eliminadas por uma espécie de líder, "o dono da casa", que é eleito por votos entre os participantes. Os mais votados vão para um time verde. Os menos votados, para o time vermelho.

O "dono da casa" eleito deve escolher entre os integrantes do time vermelho quem será eliminado. O número de pessoas que deixam o programa toda a semana é definido por um sorteio semanal.

"Podem sair um só, ou vinte de uma vez, não tem regra", diz Mion.

Além de eliminar o coordenada a casa por uma semana, o tal "dono" eleito deve administrar a verba da residência, R$ 1 milhão. O problema é esse. Essa verba é o prêmio final para o ganhador. Se ela for toda gasta, não sobra nada para o vencedor. Se ela for muito economizada, faltará comida e outros itens dentro da casa.

"O "dono" pode resolver comprar comida para todo mundo, ou guardar o dinheiro e deixar todo mundo com fome", explica Mion.

O perrengue começa logo ao entrar no confinamento. Logo as pessoas percebem que não há recurso para todos. "Já chegaram enfiando comida na boca e escondendo papel higiênico", diz o apresentador.

Os perrengues são tantos que há sempre quem desista, abandone o programa. Assim como há também as brigas. "Agrediu, tá fora", garante o apresentador. "Eu não tomo partida, mas eles parecem irmão que brigam e eu sou o pai. Quando chego, cada um quer defender o seu lado", explica Mion.

O apresentador diz que praticamente tem "morado" no local. Ele participa da dinâmica da casa, com provas e conversas com os participantes. "Estou convivendo de perto com essa loucura, estou lá dentro. Sei exatamente o que eles estão passando."

Mion acredita que a primeira temporada, que estreia na Record na próxima semana, será incrível pelo ineditismo total do formato.

"Ninguém nunca viu o jogo, não sabe como ele funciona, eles são os primeiros e isso é muito legal", fala ele.

"Como 100 pessoas vão dormir em um espaço tão pequeno? O que vão comer? Como vão tomar banho? Essas escolhas tornam o programa insano e surpreendente!", define Mion. "Todos vão querer ver!"

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