O Ministério Público de São Paulo recebeu uma denúncia de homofobia contra Jonas Sulzbach, participante do Big Brother Brasil, feita pela Associação do Orgulho LGBTQIAPN+. A acusação surge após Sulzbach supostamente ter utilizado discursos homofóbicos em uma discussão, o que pode ter implicações legais significativas.
Agripino Magalhães Júnior, presidente da associação e deputado estadual suplente, argumenta que as falas de Sulzbach desqualificam e estigmatizam a orientação sexual e identidade de gênero, configurando possível injúria racial por motivação LGBTQIAPN+fóbica.
A denúncia foi oficialmente recebida pelo MPSP e está em fase de análise, enquanto Magalhães Júnior enfatiza a necessidade de a Justiça atuar contra práticas que reforçam o preconceito, destacando que todo preconceito é uma forma de violência.
O Ministério Público de São Paulo recebeu, nesta quarta-feira (4), a denúncia realizada pela Associação do Orgulho LGBTQIAPN+, que acusa Jonas Sulzbach, participante do reality show Big Brother Brasil, de homofobia.
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O deputado estadual suplente por São Paulo e presidente da associação, Agripino Magalhães Júnior, acionou o MPSP após afirmar que o participante teria se apropriado de discursos homofóbicos durante uma discussão com Juliano Floss.
As falas, segundo o deputado, "desqualificam e estigmatizam a orientação sexual ou identidade de gênero do participante."
Em uma publicação nas redes sociais, o Agripino complementa ainda que a conduta de Jonas pode configurar o crime de injúria racial por motivação LGBTQIAPN+fóbica. Veja a publicação:
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Não é aceitável relativizar práticas que reforçam o preconceito. Todo preconceito é violência. A Justiça precisa atuar para que nossas vidas não sejam tratadas como entretenimento ou objeto de escárnio.
A denúncia, de acordo com o MPSP, foi recebida e segue em análise.
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