Jovem de 18 anos afirma ter sido estuprada durante festa na UFMG

Uma jovem de 18 anos afirma ter sido estuprada, na madrugada deste sábado (13), dentro do campus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Publicado em 13/05/2023, às 21h45
Foto: Reprodução/UFMG
Foto: Reprodução/UFMG

Por O Tempo

Uma jovem de 18 anos afirma ter sido estuprada, na madrugada deste sábado (13), dentro do campus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Segundo a Polícia Militar, a moça contou que participava de uma festa dentro da instituição e estaria embriagada quando sofreu o abuso. De acordo com o tenente Heberth, do 34° Batalhão da PM, a vítima apresentou um exame médico que teria confirmado a conjunção carnal. 

De acordo com o boletim de ocorrência, inicialmente, a jovem teria aceitado a aproximação do homem e não teria apresentado resistência em sair da festa para um local mais afastado dentro do campus. "Nesse momento, o rapaz teria passado a mão nas partes íntimas da menina sem consentimento", relata o tenente Heberth, responsável pela ocorrência. 

Em depoimento à PM, a jovem declarou estar sob forte efeito de álcool no momento do abuso e afirmou que não consegue se lembrar com detalhes do que teria ocorrido em seguida. Ela informou ter sentido dores na região íntima após deixar o campus e decidiu procurar atendimento médico, segundo o tenente. "Quando foi encaminhada para o hospital, foi confirmado o estupro", explica o militar. 

Na manhã deste sábado (13), a PM ainda procurava o suspeito de ter abusado sexualmente da jovem. No entanto, a corporação não deu detalhes sobre a identidade ou características físicas do suspeito. O tenente também não soube informar se os envolvidos são alunos da UFMG, apesar de estarem dentro da instituição no momento do crime. 

UFMG vai apurar o caso - Em nota, a UFMG informou que “lamenta o episódio ocorrido neste sábado, dia 13 de maio, e se solidariza com a jovem”. Ainda segundo a instituição, o evento não foi autorizado pela universidade, “uma vez que as festas estão proibidas em suas instalações”. A UFMG declarou que “abrirá processo administrativo para apurar os fatos e está colaborando com as investigações empreendidas pelas autoridades policiais”. 

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