Albino Santos de Lima, conhecido como o 'serial killer de Maceió', será julgado novamente por assassinato, desta vez da idosa Genilda Maria da Conceição, morta em 2019, o que levanta preocupações sobre a segurança pública na região.
O crime ocorreu na frente do neto da vítima, que tinha apenas 11 anos, e foi motivado pela crença do réu de que Genilda estava associada a atividades criminosas, refletindo a complexa relação entre violência e percepção de justiça na sociedade.
Albino, preso desde setembro de 2024, já foi condenado em vários júris anteriores, acumulando penas que somam mais de 100 anos, e o julgamento atual pode resultar em mais uma sentença significativa, aumentando a pressão sobre o sistema judiciário local.
Albino Santos de Lima, conhecido como “serial killer de Maceió”, sentará novamente no banco dos réus nesta quinta-feira (5) e será submetido a júri popular a partir das 9h, no Fórum do Barro Duro, em Maceió. O Tribunal do Júri será conduzido pelo juiz Yulli Rotter, titular da 7ª Vara Criminal de Maceió.
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A vítima de Albino, Genilda Maria da Conceição, de 71 anos, foi assassinada no dia 6 de fevereiro de 2019, por volta das 06h40, no Beco de Zé Miguel. O crime aconteceu na frente do neto de 11 anos da idosa. Na ocasião, Albino atirou no momento em que a avó levava o neto para a escola.
A perícia, à época, constatou que Genilda foi atingida por disparos nas costas, o que não lhe deu chance de defesa.
Em depoimento, o réu afirmou que associava a vítima a alguém que simpatizava com facções criminosas e com o tráfico de drogas, pois usuários costumavam se reunir para o consumo de maconha nas proximidades da casa da idosa.
O réu relatou, ainda, que a Genilda “falava demais” sobre o que ocorria na rua e que “não prestava”, o que o motivou a agir como “justiceiro” da sociedade.
Albuno se encontra preso desde setembro de 2024. Relembre os júris do serial killer de Maceió:
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