Kelly Key denunciou uma situação de perseguição que afeta sua família há mais de dois anos, envolvendo um vizinho no Rio de Janeiro que apresenta problemas psicológicos e já teria tentado agredir seu pai.
O vizinho, um médico que mistura medicações psiquiátricas com álcool, tem feito abordagens estranhas à filha de Kelly, levando a artista a buscar ajuda do Ministério Público e a registrar ocorrências na delegacia.
Após considerar a contratação de uma empresa de segurança e desistir devido ao custo, Kelly decidiu expor publicamente a situação para alertar as autoridades e chamar atenção para a necessidade de tratamento adequado para pessoas em crise.
Kelly Key tornou público um problema que, segundo ela, já dura mais de dois anos. A cantora, que vive em Angola com o marido, Mico Freitas, denunciou que seu pai e seus filhos mais velhos vêm sendo alvo de perseguição por parte de um vizinho em um condomínio no Rio de Janeiro e pediu ajuda ao Ministério Público do estado.
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Em um vídeo publicado ao lado de Freitas, Kelly relatou episódios que teriam colocado seus familiares em risco. Segundo o casal, o vizinho é um médico especializado em transplante capilar que desenvolveu um quadro psicológico após problemas pessoais e já chegou a ser internado algumas vezes. “Hoje ele mistura as medicações psiquiátricas com álcool, e isso faz com que se torne completamente.
Entre os casos relatados está uma tentativa de agressão contra o pai de Kelly com uma barra de ferro, além de abordagens insistentes à filha da artista, Suzanna. “Ele já falou para mim que a minha filha o convidou para ir ao cinema, e que o convite foi feito pelo ar-condicionado. É isso: ele diz ouvir a voz da minha filha no ar-condicionado da casa dele”, contou Freitas.
Diante da escalada dos episódios, Kelly chegou a procurar uma empresa de segurança, mas desistiu após se deparar com o alto custo do serviço. O casal registrou ocorrências na delegacia e decidiu expor o caso publicamente para tentar mobilizar as autoridades. “Faço esse vídeo como um alerta e um pedido, não só pela nossa família, mas por todas as mulheres. Ninguém deveria viver com medo dentro da própria casa e ninguém que claramente precisa de tratamento deveria estar abandonado e sem acompanhamento adequado. Estou falando agora porque ainda não aconteceu uma tragédia e espero que continue...
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