Mãe e filho envenenados: suspeita de matar ex-sogro fingiu gravidez, diz polícia
A Polícia Civil de Goiânia (GO) afirma que a advogada Amanda Partata Mortoza, de 31 anos, que foi presa na última quarta-feira (20) sob suspeita de ter envenenado e matado um homem e a mãe dele, havia fingido estar grávida após ter terminado um relacioname
Publicado em 21/12/2023, às 19h36
Reprodução
Por CNN Brasil
A Polícia Civil de Goiânia (GO) afirma que a advogada Amanda Partata Mortoza, de 31 anos, que foi presa na última quarta-feira (20) sob suspeita de ter envenenado e matado um homem e a mãe dele, havia fingido estar grávida após ter terminado um relacionamento com o filho do indivíduo morto.
Entretanto, o delegado Carlos Alfama, responsável pelo caso, afirmou que a Polícia Civil fez exames na mulher e constatou que a gestação é falsa.
Segundo Alfama, uma semana após o fim do namoro, Amanda disse que estava grávida. “Ela anunciou a gravidez depois do término. Nós já verificamos também que ela não está grávida agora, e não está grávida há algum tempo, mesmo afirmando que tinha vômitos e enjoos da gravidez”, afirma.
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