Mãe e padrasto de Dyllan Taylor são condenados; penas somam mais de 27 anos

Publicado em 17/03/2026, às 18h39
Foto: Arquivo TNH1
Foto: Arquivo TNH1

Por Redação

Joyce Silva Soares e Meydson Alysson Alves da Silva Leão foram condenados a mais de 27 anos de prisão pela morte do menino Dyllan Taylor Soares, que ocorreu em janeiro de 2016, causando grande comoção nacional.

O padrasto confessou ter agredido a criança, que na época tinha apenas três anos, e a mãe também foi implicada nas agressões, que resultaram em hemorragias internas e morte do menino.

O julgamento ocorreu em Arapiraca, onde Joyce foi sentenciada a 13 anos e 5 meses, enquanto Meydson recebeu uma pena de 14 anos e 3 meses, refletindo a gravidade do crime e a busca por justiça.

Resumo gerado por IA

Joyce Silva Soares e Meydson Alysson Alves da Silva Leão, acusados de espancar e matar o menino Dyllan Taylor Soares, foram condenados a mais de 27 anos de prisão, somadas as penas. O casal foi levado a júri popular em Arapiraca, nesta terça-feira (17), cidade onde o crime ocorreu.

Na decisão, Joyce Silva Soares, mãe da vítima, foi sentenciada a 13 anos, 5 meses e 15 dias de reclusão, em regime fechado. Já o padrasto da vítima, que está foragido, foi condenado a 14 anos e 3 meses de reclusão.

De acordo com a acusação, o padrasto confessou ter agredido o menino, e a mãe também teria participado das sessões de espancamento. À época do crime, em janeiro de 2016, a criança tinha apenas três anos.

Relembre o caso Dyllan Taylor

A morte de Dyllan Taylor Soares, em janeiro de 2016, teve grande repercussão nacional e causou comoção no estado. Inicialmente, a família informou que a criança teria morrido após passar mal por causa de uma medicação para gases. O caso foi registrado em Arapiraca, no Agreste alagoano. 

No entanto, o laudo da necropsia apontou que o menino morreu em decorrência de hemorragias internas no crânio e no abdômen. O exame também identificou que as lesões foram provocadas por agressões, possivelmente com o uso de objetos.

As investigações da polícia indicaram que Dyllan já vinha sofrendo violência nos dias anteriores à morte. Durante a perícia, foram encontrados vestígios de sangue na casa onde ele vivia com a mãe e o padrasto.

Em depoimento, Joyce afirmou que havia saído para trabalhar no dia do crime e deixado o filho sob os cuidados do companheiro. Já Meydson declarou que agredia a criança e afirmou que as agressões ocorriam na presença da mãe, que, segundo ele, também participava das violências.

Dyllan foi encontrado morto dentro da própria residência no dia 21 de janeiro de 2016, com diversos hematomas pelo corpo. Ele passou mal após relatar dores no abdômen e morreu enquanto dormia.

Começou na manhã desta terça-feira (17), em Arapiraca, o julgamento de Joyce Silva Soares e Meydson Alysson Alves da Silva Leão, mãe e padrasto do menino Dyllan Taylor Soares, encontrado morto com sinais de agressão. À época do crime, em janeiro de 2016, a criança tinha apenas três anos.

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