Uma mãe de Belém compartilhou nas redes sociais a experiência angustiante de encontrar seu filho de 3 anos agitado após ingerir um medicamento destinado ao irmão, utilizado no tratamento de TDAH, o que gerou um alerta sobre a segurança no armazenamento de remédios em casa.
O incidente ocorreu quando o remédio foi deixado temporariamente na mesa da cozinha, levando a criança a apresentar sintomas como agitação extrema e comportamento incomum, o que inicialmente não foi associado à ingestão do medicamento.
Após a situação, a família alterou a forma de guardar os medicamentos, e a mãe enfatizou a importância de prevenir acidentes desse tipo, recebendo apoio da maioria dos internautas que interagiram com seu relato.
Uma mãe de três filhos decidiu fazer um alerta nas redes sociais após viver o que descreveu como “um dos piores pesadelos” da sua vida — encontrar o filho de 3 anos “alucinado” após ingerir o remédio do irmão.
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No vídeo publicado no Instagram, Ana Caroline Greilich Picanço, 40 anos, de Belém (PA), relatou o susto. “Eu vivi um dos piores pesadelos da minha vida, e esse vídeo é um alerta para vocês. Eu poderia ter perdido meu filho”, afirmou ela, que é mãe de Heitor, de 13 anos, João, de 9, e Pedro, de 3.
Segundo contou à CRESCER, o filho caçula ingeriu o medicamento do irmão do meio, usado no tratamento de TDAH, composto por dimesilato de lisdexanfetamina. O remédio foi colocado temporariamente na mesa da cozinha para evitar que a família esquecesse de administrá-lo antes de sair de casa.
Horas depois, contudo, Ana Caroline percebeu que tinha algo errado com o caçula. Quando chegou em casa, Pedro já havia passado mal. Após o banho, o menino voltou a vomitar e passou a apresentar um comportamento incomum.
“Ele estava com os olhos mais atentos, vidrados e não parava de falar. Foi como se tivessem apertado o botão da fala e não dava pausas”, relatou. Segundo ela, nenhuma tentativa de acalmá-lo funcionava.
Como a criança não apresentava sinais típicos de mal-estar, como vermelhidão ou apatia, a mãe inicialmente não pensou em levá-lo ao hospital. “Para mim, ele estava tendo algo psiquiátrico, alguma desorganização psiquiátrica, principalmente pela questão do nosso filho do meio, João”, contou.
“Confesso que ter tomar algum remédio seria a última possibilidade que eu consideraria. Isso não estava no meu radar”, completou.
Sem apresentar sinais de melhora até a madrugada, Ana Carolina decidiu levá-lo ao pronto-socorro. Lá, quase dez horas após ingerir o medicamento, os pais receberam o diagnóstico. E foi o próprio garoto que revelou ter tomando “o remédio branco”.
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