Moradores da Santa Amélia voltam a protestar por contas altas e água de má qualidade

Publicado em 27/03/2026, às 17h47
Manifestação foi motivada, segundo moradores, pelo alto valor das contas de água e pela baixa qualidade do serviço - Foto: Reprodução
Manifestação foi motivada, segundo moradores, pelo alto valor das contas de água e pela baixa qualidade do serviço - Foto: Reprodução

Por Redação

Moradores dos residenciais Pedro Teixeira I e II e Diana Simon, em Maceió, protestaram contra a BRK devido ao alto custo das contas de água e à baixa qualidade do serviço, bloqueando vias principais e causando congestionamento.

As reclamações incluem contas exorbitantes, com valores chegando a 800 reais, e a insatisfação com a aparência da água fornecida, levando a um descontentamento crescente na comunidade.

Este é o segundo protesto na mesma semana, e a BRK não se manifestou até o momento, deixando os moradores sem resposta sobre suas queixas e preocupações.

Resumo gerado por IA

Moradores dos residenciais Pedro Teixeira I e II e Diana Simon, no bairro Santa Amélia, na parte alta de Maceió, voltaram a protestar na tarde desta sexta-feira (27) contra a BRK, empresa responsável pelo abastecimento de água na região.

A manifestação foi motivada, segundo moradores, pelo alto valor das contas de água e pela baixa qualidade do serviço. Além dos valores considerados excessivos, os manifestantes criticaram a aparência inadequada da água fornecida.

Com galhos e pneus, os moradores bloquearam as duas vias da Avenida Jorge Montenegro de Barros, uma das principais da parte alta da capital, causando grande congestionamento.

“Tem gente com contas de 600, 800 reais. Ninguém gastou esse valor de água, é mentira. Eles não resolvem nada, dizem apenas para parcelarmos a conta”, relatou uma moradora.

Esta é a segunda vez, apenas nesta semana, que moradores desses residenciais realizam protesto pelo mesmo motivo. Na quarta-feira (25), a manifestação começou nas primeiras horas da manhã, causando lentidão e impactos no trânsito da região.

O TNH1 tentou falar com a BRK, mas não conseguiu contato até a publicação desta matéria. O espaço está aberto para uma eventual manifestação da empresa. 

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