Moradores protestam contra valores de contas de água e bloqueiam avenida na Santa Amélia

Manifestação interdita vias da Avenida Jorge Montenegro e provoca congestionamento na região

Publicado em 25/03/2026, às 08h02
Cortesia ao TNH1
Cortesia ao TNH1

Por Redação

Moradores do Residencial Pedro Teixeira 1, em Maceió, bloquearam as duas vias da Avenida Jorge Montenegro de Barros em protesto contra o alto valor das contas de água, causando congestionamento significativo na região.

A manifestação foi motivada por descontentamento com os custos das tarifas de água, embora detalhes sobre valores específicos ou reajustes recentes ainda não tenham sido divulgados.

Equipes policiais estão no local tentando negociar a liberação das vias, enquanto motoristas são orientados a buscar rotas alternativas devido ao trânsito parado; a situação continua em desenvolvimento com a expectativa de um posicionamento da empresa de abastecimento.

Resumo gerado por IA

Moradores do Residencial Pedro Teixeira 1, no bairro Santa Amélia, em Maceió, bloquearam as duas vias da Avenida Jorge Montenegro de Barros, uma das principais da parte alta da capital, na manhã desta quarta-feira (25). O protesto, iniciado nas primeiras horas da manhã, ainda causa lentidão e impactos no trânsito da região.

De acordo com as primeiras informações enviados ao programa Balanço Geral Alagoas, da TV Pajuçara, a manifestação é motivada pelo alto valor das contas de água cobrado dos moradores dos apartamentos e a baixa qualidade do serviço. Segundo atualização mais recente, ao menos uma das vias permanece bloqueada.

No local, equipes do Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT) já atuam para organizar o fluxo de veículos, enquanto a polícia acompanha a situação.

Durante a manifestação, moradores relataram dificuldades para arcar com os custos do serviço. “Onde é que eu, mãe solo, que moro só eu e meu filho, vou pagar R$ 369 só com o Bolsa Família?”, questionou uma das moradoras. Além do valor considerado elevado, os manifestantes também criticam a qualidade da água fornecida, que, segundo eles, apresenta aparência inadequada.

Apesar de parte da via já ter sido liberada, o protesto continua e não há previsão de encerramento. A reportagem segue acompanhando o caso e aguarda posicionamento da empresa responsável pelo abastecimento de água; o espaço segue em aberto.

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