Moraes manda prender kids pretos condenados pela trama golpista

Publicado em 13/03/2026, às 18h37
Foto: Reprodução/STF
Foto: Reprodução/STF

Por Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, ordenou a prisão definitiva de seis militares e um agente da Polícia Federal envolvidos em um plano golpista durante o governo Bolsonaro, que incluía sequestros e assassinatos de autoridades. Essa decisão ocorre após o término do processo judicial e a rejeição dos últimos recursos pelos réus.

Os condenados fazem parte do Núcleo 3 da acusação e foram responsabilizados por ações planejadas contra o ministro Moraes, o vice-presidente Alckmin e o presidente Lula em 2022. As penas variam de 16 a 24 anos de prisão, refletindo a gravidade das ações golpistas.

Com a publicação do acórdão do julgamento, as penas foram executadas, e os réus agora cumprirão suas sentenças. A decisão do STF reforça a postura do Judiciário em relação a tentativas de desestabilização do governo e a proteção das instituições democráticas.

Resumo gerado por IA

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão definitiva de seis kids pretos e um agente da Polícia Federal que foram condenados pela trama golpista ocorrida durante o governo de Jair Bolsonaro.

Eles fazem parte do Núcleo 3 da acusação de golpe de Estado e foram denunciados por planejar ações táticas para sequestrar e matar Moraes, o vice-presidente Geraldo Alckmin, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2022.

As prisões foram determinadas após o fim do processo e da possibilidade de apresentação de recursos.

No mês passado, a Primeira Turma do Supremo negou os últimos recursos apresentados pelos réus. Nesta semana, o acórdão do julgamento foi publicado, e o ministro determinou a execução das penas.

Confira as penas dos réus:

Hélio Ferreira Lima - tenente-coronel: 24 anos de prisão;
Rafael Martins de Oliveira - tenente-coronel: 21 anos de prisão;
Rodrigo Bezerra de Azevedo - tenente-coronel: 21 anos de prisão;
Wladimir Matos Soares - policial federal: 21 anos de prisão;
Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros - tenente-coronel: 17 anos de prisão;
Bernardo Romão Correa Netto - coronel: 17 anos de prisão;
Fabrício Moreira de Bastos - coronel: 16 anos de prisão.

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