O coreógrafo Léo Blanco, de 47 anos, foi encontrado morto em sua casa em Curitiba, surpreendendo amigos e familiares, especialmente por sua popularidade nas edições do 'Dança dos Famosos'. Sua morte levanta questões sobre saúde mental, uma vez que ele enfrentava depressão.
Mariana Xavier, sua parceira no programa em 2017, expressou seu lamento nas redes sociais, destacando a conexão especial que mantiveram após o programa e a importância de cuidar da saúde mental.
A causa da morte de Léo não foi divulgada, mas sua partida serve como um alerta sobre as dificuldades emocionais que muitos enfrentam, incentivando uma reflexão sobre a saúde mental entre os seguidores de Mariana.
O coreógrafo Léo Blanco, de 47 anos, foi encontrado sem vida, em sua casa na última sexta-feira, 9, em Curitiba. Segundo o Jornal Extra, a notícia pegou os amigos e familiares de surpresa. Léo ficou bastante conhecido ao participar de duas edições do “Dança dos famosos”, sendo par de Mariana Xavier, em 2017, e Luisa Sonza, em 2019.
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Neste sábado, 10 de janeiro, Mariana lamentou nas redes sociais a morte do rapaz e contou como era sua ligação com ele mesmo após a participação no programa
“O @leosblanco foi meu professor na Dança dos Famosos, em 2017, mas mais que isso: foi o melhor parceiro que eu poderia ter na realização daquele sonho, que era o dele também. Uma das pessoas mais doces e generosas que conheci ao longo da minha trajetória! (…) A primeira música que dançamos do Domingão virou ‘a nossa música’ e de tempos em tempos, quando um de nós a ouvia por acaso, mandava msg pro outro pra dizer. Estou aqui, lembrei de você, você é importante pra mim”.
Segundo a atriz, o personal trainer enfrentava um quadro de depressão. A causa da morte não foi revelada. “Eu tô dilacerada, ainda meio sem acreditar, escrevendo esse texto aos prantos, pra tentar organizar meus sentimentos e pensamentos… A palavra pra mim é cura, por isso escrevo essas, não só como homenagem ao Leo, mas como alerta pra todo mundo que me lê agora. Saúde mental é coisa muito séria. As pessoas carregam dores profundíssimas que a gente nem imagina”, disse.
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