Morte de professor da Ufal em Arapiraca pode ter sido acidental, diz polícia

Publicado em 09/02/2026, às 17h07
Reprodução/Redes sociais
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por João Arthur Sampaio

Publicado em 09/02/2026, às 17h07

A Polícia Civil de Alagoas investiga a morte do professor Carlos Alberto de Carvalho Fraga, encontrado sem vida em sua residência em Arapiraca, com a causa sendo inicialmente considerada acidental devido à ausência de sinais de violência.

Carlos Alberto, de 38 anos, era natural de Minas Gerais e atuava como professor adjunto na Ufal, contribuindo para programas de pós-graduação em Ciências Médicas e Bioquímica.

A Ufal lamentou a perda em uma nota oficial, destacando sua trajetória acadêmica e decretou luto de três dias, mantendo as atividades acadêmicas e administrativas em funcionamento.

Resumo gerado por IA

A Polícia Civil de Alagoas vai investigar a morte do professor da Ufal, Carlos Alberto de Carvalho Fraga, de 38 anos. Ele foi encontrado morto dentro de casa na manhã desta segunda-feira, 09, no bairro Massaranduba, em Arapiraca, Agreste de Alagoas. O IML (Instituto Médico Legal) foi acionado por volta das 10h para o recolhimento do corpo.

Segundo informações do delegado Douglas Rocha, que fez o registro do local de crime, a princípio, o caso está sendo tratado como morte acidental, uma vez que não existiam sinais de violência. O delegado responsável pela investigação deverá ser definido ainda nesta semana.

Carlos Alberto era natural de Minas Gerais e professor adjunto da Ufal e trabalhava no Programa de Pós-graduação em Ciências Médicas, e no Programa Multicêntrico em Bioquímica e Biologia Molecular.

A universidade emitiu uma nota de pesar lamentando a morte do docente, reconhecendo a “relevante trajetória acadêmica” e as “contribuições ao ensino, à extensão, à pesquisa e à gestão universitária”. A Ufal decretou luto oficial de três dias, sem suspensão das atividades acadêmicas e administrativas.

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