Mulher é presa por matar homem em casa no interior; ela tinha o costume de visitá-lo, diz polícia

Publicado em 10/03/2026, às 11h32
Arquivo PM
Arquivo PM

Por TNH1 com Ascom PCAL

Uma mulher foi presa em Teotônio Vilela, suspeita de assassinar Wilson Ferreira Mendes, de 55 anos, em sua residência em Luziápolis, Campo Alegre, após ele ser atacado com uma arma branca e não resistir aos ferimentos.

As investigações indicam que a suspeita frequentava a casa da vítima e foi vista saindo do local com sangue nas roupas, enquanto Wilson foi socorrido, mas faleceu devido a hemorragia interna causada pelo ataque.

A prisão ocorreu após a emissão de um mandado de prisão preventiva pelo Judiciário, e a mulher permanece à disposição da Justiça enquanto o caso continua sendo investigado.

Resumo gerado por IA

Uma mulher investigada pelo homicídio de Wilson Ferreira Mendes, de 55 anos, no distrito de Luziápolis, no município de Campo Alegre, foi presa durante ação conjunta entre as polícias Civil e Militar nessa segunda-feira (9). Ela foi localizada na cidade vizinha de Teotônio Vilela.

Wilson foi atingido por golpes de arma branca dentro da própria residência. Ele foi socorrido com vida e encaminhado ao Hospital de Emergência de Arapiraca, mas não resistiu e teve o óbito confirmado na madrugada do dia 6 de janeiro de 2026.

De acordo com as investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídios da 6ª Região, a suspeita frequentava a casa da vítima com regularidade, chegando inclusive a pernoitar no local.

Testemunhas relataram que a mulher foi vista dentro da residência pouco antes do crime e, em seguida, deixou o imóvel com as roupas sujas de sangue, enquanto o homem se encontrava gravemente ferido.

O laudo pericial confirmou que a morte ocorreu por hemorragia interna aguda provocada por instrumento perfurocortante.

A detenção dela aconteceu em decorrência do cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido pelo Poder Judiciário, após representação da autoridade policial responsável pelo caso.

A investigada foi conduzida à unidade policial e permanece à disposição da Justiça.

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