Mulher é presa sob suspeita de participação na morte de amiga

Publicado em 29/01/2026, às 14h31
Beatriz Calegari de Paula, 26, foi encontrada morta ao lado de piscina em Lins, no interior de São Paulo - Reprodução / Beatriz Calegari no facebook
Beatriz Calegari de Paula, 26, foi encontrada morta ao lado de piscina em Lins, no interior de São Paulo - Reprodução / Beatriz Calegari no facebook

Por Francisco Lima Neto / Folhapress

Uma mulher de 40 anos foi presa em Lins, São Paulo, suspeita de homicídio na morte de Beatriz Calegari de Paula, de 26 anos, que inicialmente foi considerada um acidente por choque elétrico.

Beatriz foi encontrada morta ao lado de uma piscina, e o laudo necroscópico indicou que a causa da morte foi afogamento, contradizendo a versão da amiga que alegou ter visto a descarga elétrica.

A prisão da suspeita é temporária e visa a conclusão das investigações, enquanto os laudos do Instituto de Criminalística ainda estão pendentes, gerando angústia na família da vítima em busca da verdade.

Resumo gerado por IA

Uma mulher de 40 anos foi presa na terça-feira (27) sob suspeita de participação na morte de uma amiga de 26 anos, em Lins, interior de São Paulo. Inicialmente, a suspeita era de que o óbito, ocorrido em 16 de janeiro, tinha como causa um choque elétrico e era investigada como morte suspeita. Agora, porém, o caso é investigado como homicídio.

Beatriz Calegari de Paula foi encontrada morta ao lado de uma piscina em um imóvel alugado para eventos. Ela usava biquíni e estava com parte do corpo sobre a tampa metálica do motor da piscina.

Os bombeiros foram acionados, mas já Beatriz já estava morta quando chegaram ao local.
A amiga da vítima, que não teve a identidade divulgada, foi presa temporariamente.

"Ela apresentou versões conflitantes. Disse que viu a amiga sofrer uma descarga elétrica, mas o laudo necroscópico concluiu que a vítima morreu por afogamento", afirmou o delegado Artur Franco, da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Lins.

A prisão, segundo o delegado, é necessária para a conclusão da apuração. Os investigadores também aguardam o envio dos laudos requisitados ao Instituto de Criminalística.

A mãe de Beatriz, Marta Calegari, escreveu nas redes sociais sobre o caso. "Imagine eu, uma mãe que perdeu a filha de uma forma e [o atestado de] óbito fala outra [coisa]. Só quero a verdade", escreveu.

Gostou? Compartilhe