Neto viaja mais de 600 km para matar avô e roubar joias de ouro do idoso, diz polícia

Publicado em 27/03/2026, às 07h52
Homem foi morto pelo próprio neto em Ubiratã - Arquivo pessoal
Homem foi morto pelo próprio neto em Ubiratã - Arquivo pessoal

Por g1

Um jovem de 18 anos foi preso sob suspeita de assassinar seu avô, de 66 anos, durante um assalto em Ubiratã, Paraná, com o objetivo de roubar joias da vítima. O crime ocorreu em um bar, onde o avô foi baleado e morreu no local.

Os suspeitos, que viajaram de Joinville, Santa Catarina, até Ubiratã, foram identificados por imagens de câmeras de segurança. O neto confessou o crime, alegando que o amigo receberia R$ 4 mil pela participação no roubo.

A polícia prendeu os dois na BR-277, em Cascavel, e encontrou 184 gramas de ouro e a arma utilizada no crime em seu veículo. Ambos devem responder por latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

Resumo gerado por IA

Um jovem de 18 anos, que não teve a identidade divulgada, foi preso suspeito de matar o próprio avô, de 66 anos, durante um assalto em Ubiratã, no oeste do Paraná.

Segundo a polícia, ele e um amigo, que também foi preso, saíram de Joinville, em Santa Catarina, e percorreram cerca de 670 quilômetros até o local. O crime aconteceu na quarta-feira (25), em um bar da vítima.

“Eles informaram que o intuito era roubar as joias que o avô tinha e vender. Eram algumas pulseiras, correntes e anéis de ouro”, disse o policial militar Victor Menezes.

A vítima, Alceu Slivinski, foi baleada e morreu no local. De acordo com a investigação, os suspeitos invadiram o bar e efetuaram disparos em frente ao estabelecimento, que estava aberto no momento do crime, mas sem clientes.

Horas depois, os dois foram presos na BR-277, em Cascavel. Imagens de câmeras de segurança do bar ajudaram a identificar os suspeitos.

O neto aparece no vídeo usando capuz, o que, segundo a Polícia Civil, seria uma tentativa de não ser reconhecido pelo avô. A partir das imagens, foi possível identificar o modelo e a placa do carro usado na fuga.

Em depoimento, o neto confessou a participação no crime e disse que viajou com o amigo até Ubiratã para cometer o roubo. Segundo a polícia, o amigo receberia R$ 4 mil pelo apoio no crime.

No carro dos suspeitos, a polícia encontrou 184 gramas de ouro, que seriam da vítima, além da arma usada no crime.

Os dois devem responder por latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

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