O que se sabe sobre briga entre jogadores do Fortaleza e vizinhos em condomínio

Publicado em 15/01/2026, às 12h07
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Por TNH1 com g1 Ceará

Uma briga generalizada entre jogadores do Fortaleza e vizinhos em um condomínio de luxo em Fortaleza resultou em agressões físicas e repercussão significativa no estado do Ceará. O desentendimento, que envolveu três jogadores argentinos e outras seis pessoas, começou devido a reclamações sobre som alto durante uma festa.

O conflito escalou após provocações xenofóbicas e ofensas relacionadas ao desempenho do time, culminando em ferimentos graves, incluindo uma mordida no nariz que exigiu cirurgia. O jogador Eros Mancuso alegou que o vizinho invadiu sua casa e fez ameaças, negando as acusações de agressão.

A Polícia Civil investiga o caso como lesão corporal dolosa, enquanto o Fortaleza Esporte Clube declarou que está prestando apoio aos atletas envolvidos. A situação continua sob análise da Delegacia de Polícia Civil de Eusébio.

Resumo gerado por IA

A briga generalizada envolvendo jogadores do Fortaleza, vizinhos e até um cão de estimação foi registrada pela polícia em um condomínio de luxo na Região Metropolitana de Fortaleza, no último dia 1º. Nove pessoas se envolveram diretamente no desentendimento, sendo sete homens, três deles jogadores de futebol, duas mulheres e um cachorro. Quinze dias depois, o caso ainda repercute no estado do Ceará. Abaixo, saiba o que se sabe sobre a confusão.

Durante a briga, os homens trocaram socos e as mulheres usaram uma cadeira de plástico para atingir os rivais. Enquanto isso, o cão acompanhou toda a movimentação e ficou tentando subir nas pessoas.

Quem estava envolvido na briga?

Entre os envolvidos na briga estão os jogadores argentinos do Fortaleza: José María Herrera, Eros Mancuso e Tomás Pochettino. As demais pessoas não tiveram as identidades informadas.

Como começou a confusão?

Um dos moradores alegou que a briga começou devido ao som alto na festa na casa de Mancuso. Ele reclamou do barulho, mas os jogadores não teriam diminuído o volume do som.

Já Mancuso disse que o desentendimento teve início ainda na noite ou na madrugada do réveillon, quando o vizinho teria começado a fazer diversas reclamações e passou a fazer xingamentos xenofóbicos contra eles (que são argentinos), além de provocações contra os atletas, falando sobre o rebaixamento do Fortaleza para a Série B do Brasileirão de 2026.

A situação evoluiu para agressões físicas, com socos, empurrões e uso de objetos, como a cadeira.

Houve agressões graves?

O vizinho que reclamou do som alto afirma ter sido mordido no nariz por José María Herrera, o que causou ferimento grave. Ele passou por cirurgia e corre risco de infecção e deformidade.

O que disse Eros Mancuso sobre o caso?

Após a briga, Mancuso usou as redes sociais para negar a acusação de agressão. Conforme o jogador, o vizinho invadiu a casa dele e fez ameaças. Com isso, ele e os convidados tentaram retirar o invasor do local.

O Fortaleza Esporte Clube se manifestou sobre a briga envolvendo os jogadores?

O Fortaleza Esporte Clube disse, nesta quarta-feira (14), que segue acompanhando e prestando apoio aos atletas.

Como está a investigação?

A Polícia Civil do Estado informou que segue investigando a ocorrência de lesão corporal dolosa. O caso está a cargo da Delegacia de Polícia Civil de Eusébio.

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