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Ômicron impulsionou recorde de 15 milhões de casos em uma semana, segundo a OMS

TNH1 com Metrópoles | 12/01/22 - 17h17 - Atualizado em 12/01/22 - 17h26
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 15 milhões de novos diagnósticos de Covid-19 foram feitos na última semana em todo o mundo. A média de óbitos segue estável, mas a alta nas infecções preocupa a organização.

O aumento de infecções foi impulsionada pela Ômicron, segundo a OMS. A variante descoberta em novembro de 2021 rapidamente se espalhou e conseguiu substituir a Delta, responsável pela quarta onda da pandemia em muitos países.

O número de óbitos semanais, por outro lado, se mantém estável desde outubro de 2021, com média de 48 mil mortes por semana.

Para a organização, este cenário reflete a combinação de fatores que incluem a menor letalidade da cepa e a imunidade adquirida após as vacinas ou devido a infecções anteriores.

No entanto, isso não seria motivo para comemorações precipitadas. “Sejamos claros: embora a Ômicron cause doenças menos graves que a Delta, ele continua sendo um vírus perigoso, principalmente para aqueles que não foram vacinados”, afirmou o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“Quase 50 mil mortes por semana são 50 mil mortes. Aprender a conviver com esse vírus não significa que podemos, ou devemos, aceitar esse número de mortes”, ressaltou.