Operação prende servidor suspeito de ser "guardião de armas" de facção em Maragogi

Publicado em 13/03/2026, às 10h09
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Por Redação

Um servidor público foi preso em Maragogi, Alagoas, por suspeita de armazenar armas para o Primeiro Comando da Capital (PCC), destacando a atuação da facção criminosa na região e a resposta das forças de segurança.

O homem, identificado como o 'guardião das armas' do PCC local, estava sob monitoramento e foi encontrado com um revólver, munições e um simulacro de pistola durante a operação policial.

As autoridades continuam a investigação, com a possibilidade de novas prisões e apreensões ao longo do dia, reforçando o combate ao crime organizado na área.

Resumo gerado por IA

O homem suspeito de armazenar armas de fogo para a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foi alvo de uma operação policial município de Maragogi, no Litoral Norte de Alagoas, na manhã desta sexta-feira (13). Ele é servidor público e foi preso em flagrante.

Segundo informações do 6º Batalhão de Polícia Militar (6º BPM), o "guardião das armas" era o escolhido do líder do PCC na região para ficar com o armamento do grupo criminoso. Ele já vinha sendo monitorado pelas forças de segurança.

No momento da detenção, durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, o servidor estava com um revólver de calibre 38, seis munições calibre 38 e um simulacro de pistola. Todo o material recolhido foi encaminhado à delegacia para apresentação.

O homem também foi direcionado para a unidade policial e autuado pelo flagrante de posse ilegal de arma de fogo.

O 6º BPM informou para a reportagem que a ação segue em andamento e novas prisões e apreensões podem acontecer no decorrer do dia.

A operação

O objetivo da operação foi cumprir nove mandados de busca e apreensão expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital, além de averiguar denúncias anônimas encaminhadas por meio do Disque-Denúncia 181.

As ações tiveram como base investigações que apontam o envolvimento de alvos com o tráfico de drogas na região. Além da prisão do servidor por posse ilegal de um revólver de calibre .38, acompanhado de seis munições, também houve a apreensão do simulacro de arma de fogo e a lavratura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por posse de entorpecentes para consumo pessoal.

A operação contou com o apoio do Comando de Missões Especiais (CME), por meio de equipes do BOPE, CHOQUE e ROTAM, além de militares do 2º BPM, da 8ª Companhia Independente e do 6º BPM, que atuaram de forma integrada no cumprimento das ordens judiciais.

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