Oruam defende a mãe, foragida da Justiça após operação

Publicado em 11/03/2026, às 12h06
Foto: Redes Sociais
Foto: Redes Sociais

Por Folhapress

O rapper Oruam defendeu sua mãe, Márcia Gama, que é considerada foragida após uma operação contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro, alegando que a perseguição a ela é uma estratégia política para atacá-lo durante um ano eleitoral.

Márcia Gama, mulher de Marcinho VP, é acusada de atuar na mediação de interesses do Comando Vermelho fora da prisão, enquanto Oruam também é foragido devido a problemas com sua tornozeleira eletrônica, que descarregou repetidamente.

A defesa de Oruam argumenta que as falhas na tornozeleira foram causadas por lapsos e que não há risco de fuga, apresentando evidências de que a maioria das interrupções ocorreu em horários que não comprometem seu recolhimento domiciliar.

Resumo gerado por IA

Oruam, 26, defendeu a mãe, Márcia Gama, considerada foragida da Justiça após uma megaoperação contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro.

Oruam disse que "estão fazendo política em cima de sua família" e que estão perseguindo sua mãe para atacá-lo. "Minha mãe sofreu tanto, não merece isso. Para me atingir, estão atacando meu bem mais precioso. O sistema é nojento. Só peço que não acreditem em todas essas mentiras a respeito da minha família, [é] ano de eleição e eles são capazes de tudo pra ganhar voto", escreveu, no Instagram.

Márcia Gama é mulher de Marcinho VP e mãe de Oruam. A investigação aponta que Márcia atua na mediação de interesses do Comando Vermelho fora do sistema prisional.

O rapper também é foragido da Justiça após ter habeas corpus revogado por deixar a tornozeleira descarregar. Oruam deixou a tornozeleira descarregar várias vezes, principalmente em finais de semana à noite. Em 43 dias, foram 28 interrupções de funcionamento da tornozeleira por longos períodos, de até dez horas.

A defesa alega que a tornozeleira descarregou por "lapsos" do músico e que não há risco de fuga. De acordo com a defesa do cantor, em 16 ocasiões, a bateria passou menos de três horas descarregada, 13 delas ocorreram fora da janela de horário do recolhimento domiciliar, 12 delas em viagens comunicadas às autoridades e seis durante a madrugada ou início da manhã, demonstrando que Oruam estava dormindo.

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