Pesca predatória é flagrada durante ação do BPA na Lagoa Manguaba

Publicado em 17/02/2026, às 13h42
Divulgação/PM-AL
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Por Assessoria

A Polícia Militar de Alagoas intensificou o combate à pesca predatória na Lagoa Manguaba, realizando uma operação na noite de segunda-feira, 16, que resultou na apreensão de redes de pesca ilegais, prejudicando a sustentabilidade do ecossistema local.

As redes do tipo 'candango', proibidas pela legislação ambiental, foram encontradas durante patrulhamento, mas não havia responsáveis no local, indicando uma prática recente de pesca ilegal que ameaça a biodiversidade da região.

O Batalhão de Polícia Ambiental apreendeu as redes e orientou a população a denunciar crimes ambientais através de canais de comunicação disponíveis, reforçando a importância da proteção dos recursos naturais.

Resumo gerado por IA

A Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) realizou mais uma ação de combate à pesca predatória, com foco na região da Lagoa Manguaba. O fato ocorreu na noite de segunda-feira (16) em ação do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA).

Após denúncias de prática ilegal na área, o Pelotão Aquático, com apoio do Serviço de Inteligência da unidade, efetuou patrulhamento embarcado. Por volta das 20h, a fiscalização ocorreu nas proximidades do Sítio Cumbe, no povoado Riacho Velho, além de pontos conhecidos nos povoados de Massagueira e Barra Nova.

Durante a operação, os policiais localizaram três redes do tipo “candango”, equipamento de pesca considerado proibido conforme a Portaria Ibama nº 001/2002. No momento da abordagem, nenhum responsável pelo material foi encontrado no local.

Divulgação/PM-AL
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Aparentemente, a estrutura havia sido instalada recentemente. O comandante do BPA, tenente-coronel Silvio César, explicou que este tipo de crime representa um dano severo à vida e à pesca sustentável no Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba (CELMM), comprometendo a reprodução das espécies e o equilíbrio do ecossistema da lagoa, além de prejudicar pescadores que atuam de forma regular.

“O tipo de rede, por ser de malha muito fina, retém seres de todo e qualquer tamanho. Por isso, alguns peixes vivos e crustáceos que estavam retidos foram soltos na hora. Diante da irregularidade, a rede foi apreendida e encaminhada à base do Pelotão Aquático, para serem adotadas as medidas cabíveis”, esclareceu o comandante.

Denúncias de crimes ambientais em Alagoas podem ser direcionadas por meio do 190, pelo Disque Denúncia 181, ou diretamente com o BPA, pelo número (82) 98833-5879.

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