PF ordena que Eduardo Bolsonaro retorne a cargo de escrivão na corporação

Publicado em 02/01/2026, às 09h43
Vinicius loures/Câmara dos Deputados
Vinicius loures/Câmara dos Deputados

Por CNN Brasil

A Polícia Federal determinou o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao cargo, após a perda de seu mandato na Câmara dos Deputados, sob pena de sanções administrativas por ausência injustificada.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e visa regularizar a situação formal de Eduardo, que está afastado das funções policiais desde que assumiu o mandato em 2019.

Eduardo Bolsonaro, que se encontra nos Estados Unidos desde março de 2022, teve seu mandato cassado em dezembro devido a um número significativo de ausências não justificadas.

Resumo gerado por IA

Após a perda de mandato de Eduardo Bolsonaro (PL), a PF (Polícia Federal) determinou o retorno imediato dele ao cargo na corporação, sob risco de "providências administrativas e disciplinares cabíveis" caso ocorra "ausência injustificada".

Em ato declaratório publicado no DOU (Diário Oficial da União) desta sexta-feira (02), a PF ordena o "retorno imediato para fins exclusivamente declaratórios e de regularização da situação formal".

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou para a Polícia Federal em 2010 como escrivão. Enquanto exercia seu mandato na Câmara dos Deputados, ele estava afastado das funções policiais.

Eduardo está nos Estados Unidos desde março do ano passado, quando se licenciou do mandato na Câmara dos Deputados.

Em dezembro, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados declarou a perda de mandato do parlamentar, justificando a decisão pelo número suficiente de ausências não justificadas.

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