“Piratas dos shoppings”: grupo que furtou R$ 26 milhões em todo país é alvo de operação

Publicado em 19/03/2026, às 11h23
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Por CNN Brasil

Três suspeitos de integrar a organização criminosa conhecida como 'piratas dos shoppings' foram presos pela Polícia Civil do Espírito Santo, após investigações sobre furtos a joalherias que causaram prejuízos de R$ 26 milhões desde 2019.

A operação, que envolveu apoio das polícias de Goiás e do Distrito Federal, foi desencadeada após um furto em um shopping da Grande Vitória, onde uma joalheria e uma loja vizinha foram invadidas, resultando em um prejuízo de R$ 330 mil.

Os presos utilizavam um dispositivo para clonar controles de portas eletrônicas e foram identificados como parte de uma organização criminosa de Brasília, enfrentando agora acusações de furto qualificado e organização criminosa.

Resumo gerado por IA

A PCES (Polícia Civil do Espírito Santo) prendeu três suspeitos de integrar o grupo conhecido como “piratas dos shoppings”, organização criminosa investigada por furtos a joalherias em centros comerciais de vários estados e que já teria causado prejuízo de cerca de R$ 26 milhões a lojistas desde 2019.

A operação, chamada Operação Integração Total, foi realizada pela PCES com apoio das polícias de Goiás e do Distrito Federal. Foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão após investigação sobre um furto ocorrido em 21 de fevereiro em um shopping da Grande Vitória.

Na ocasião, uma joalheria foi invadida durante a madrugada e teve produtos levados, junto com uma loja vizinha. O prejuízo estimado é de aproximadamente R$ 330 mil.

A polícia informou que o grupo usava um equipamento conhecido como “chapolim”, capaz de clonar o controle utilizado para abrir portas eletrônicas das lojas.

Segundo a polícia, foram presos Kawê Filipe Nascimento Sampaio, de 19 anos, Amanda Lorena Tavares Xavier, de 24, e Ingrid Naiara Moraes Araujo, de 28. A investigação apontou que o grupo faz parte de uma organização criminosa da região de Brasília especializada em furtos dentro de shoppings.

De acordo com a Delegacia de Crimes Contra Estabelecimentos Comerciais, os suspeitos costumam escolher joalherias por serem alvos com mercadorias de alto valor e fácil revenda.

Com o dispositivo, o grupo consegue copiar o sinal do controle quando funcionários fecham o estabelecimento e usar o acesso posteriormente, durante a madrugada.

Após a identificação de um dos envolvidos, a polícia descobriu a ligação com o grupo criminoso e iniciou a operação conjunta, que resultou nas prisões em Goiás e no Distrito Federal. Os investigados vão responder por furto qualificado e organização criminosa.

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