PM-AL resgata aves silvestres e desarticula pontos de venda ilegal no interior

Publicado em 19/03/2026, às 16h34
Ascom PMAL
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Por Ascom PMAL

Durante a Operação Onda Verde, o Batalhão de Polícia Ambiental apreendeu diversas aves silvestres e flagrou o comércio ilegal desses animais em Alagoas, destacando a importância da proteção da fauna local.

As fiscalizações em São Luís do Quitunde e Matriz de Camaragibe resultaram na apreensão de 26 aves e na identificação de proprietários que não possuíam as licenças necessárias para a criação e venda dos animais.

Os responsáveis pelas irregularidades foram notificados e um Termo Circunstanciado de Ocorrência foi registrado, enquanto as aves apreendidas foram encaminhadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres para cuidados antes de serem devolvidas à natureza.

Resumo gerado por IA

O Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) apreendeu dezenas de aves silvestres e flagrou o comércio ilegal dos animais durante fiscalizações nos municípios de São Luís do Quitunde e Matriz de Camaragibe, no interior de Alagoas, durante a quarta-feira (18). As atividades integram a Operação Onda Verde, que visa combater crimes ambientais e assegurar a proteção dos animais silvestres em todo o estado.

No período da manhã, as equipes concentraram esforços na zona rural de São Luís do Quitunde, com foco nos povoados Camorim e Paraíso. No primeiro local, um homem foi flagrado tentando ocultar um pássaro da espécie papa-capim ao notar a aproximação da viatura, admitindo posteriormente a ausência de licença ambiental.

Já no povoado Paraíso, os agentes localizaram 13 aves de espécies variadas, como sebite, guriatã, tiziu, maracanã e canário-da-terra, que foram prontamente recolhidas após a constatação da irregularidade.

Em Matriz de Camaragibe, no Conjunto Cícero Cavalcante, outras duas residências foram fiscalizadas, resultando na entrega voluntária de 13 animais por proprietários que não possuíam autorização legal para a criação.

Ainda durante a operação, as guarnições flagraram um estabelecimento agropecuário com 21 aves silvestres expostas à venda sem qualquer tipo de permissão dos órgãos competentes. Na ausência do proprietário, a responsável pelo local no momento da abordagem confirmou a inexistência da licença ambiental necessária para o comércio de animais.

Diante das irregularidades constatadas, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) em desfavor dos responsáveis identificados, que responderão conforme o previsto na Lei de Crimes Ambientais.

Todas as aves apreendidas ao longo do dia foram devidamente catalogadas e levadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), sob a coordenação do Ibama, para receber os cuidados necessários antes de serem devolvidas ao habitat natural.

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