PM registra vários casos de violência contra a mulher em Maceió e Região Metropolitana

Publicado em 03/01/2026, às 10h27
Imagem de arquivo - Secom Alagoas
Imagem de arquivo - Secom Alagoas

Por TNH1

Entre a manhã de sexta-feira e a madrugada de sábado, a Polícia Militar de Alagoas registrou diversos casos de violência contra a mulher em Maceió e na Região Metropolitana, incluindo agressões físicas e ameaças, resultando em várias prisões em flagrante.

Os incidentes incluem uma mulher agredida com um pedaço de madeira pelo companheiro, outra vítima que sofreu agressões recorrentes e ameaças de morte, além de ameaças de um padrasto que já havia agredido a companheira anteriormente, evidenciando um padrão preocupante de violência doméstica na região.

A PM enfatiza a importância das denúncias e disponibiliza canais de comunicação, como o 190 e o 180, para que as vítimas possam relatar casos de violência, reforçando o compromisso com a proteção das mulheres e a aplicação da Lei Maria da Penha.

Resumo gerado por IA

A Polícia Militar de Alagoas registrou uma série de ocorrências de violência contra a mulher entre a manhã dessa sexta-feira (2) e a madrugada deste sábado (3), em bairros de Maceió e da Região Metropolitana. Os casos envolveram agressões físicas, ameaças e reincidência de violência doméstica.

No bairro Clima Bom, uma mulher foi agredida com um pedaço de madeira pelo companheiro, sofrendo lesões corporais. O suspeito foi localizado ainda com manchas de sangue na roupa e preso em flagrante, sendo conduzido à Central de Flagrantes.

Já no Vergel do Lago, a vítima relatou ter sido agredida fisicamente pelo marido, que fugiu antes da chegada da polícia, mas foi localizado posteriormente. Ele foi preso em flagrante.

Outro caso grave ocorreu na Cidade Universitária, onde uma mulher denunciou agressões recorrentes cometidas pelo companheiro. Segundo o relato, além das agressões físicas, o suspeito fez ameaças de morte. Ele foi preso em flagrante e autuado por ameaça e violência doméstica.

Uma mulher denunciou ter sido ameaçada de morte pelo padrasto, no bairro do Prado, em Maceió. Segundo o relato, ele disse que iria queimar a casa da família e também ameaçou incendiar a mãe da vítima, a avó e até um afilhado, além de já ter agredido a companheira anteriormente — e a solicitante afirmou ter fotos e vídeos da agressão. A PM fez buscas na região e encontrou o suspeito na rua onde mora, conduzindo as partes à Central de Flagrantes. No local, ele ficou preso e foi autuado no âmbito da Lei Maria da Penha.


Um outro caso no Cidade Universitária ocorreu após sogra e nora relatarem uma confusão provocada pelo suspeito. O homem foi localizado dentro de um veículo e ainda tentou fugir, mas acabou abordado nas proximidades da residência. Durante a abordagem, ele apresentava sinais de embriaguez e teve o termo de constatação lavrado, sendo conduzido com as demais partes à Central de Flagrantes, onde a autoridade policial registrou auto de prisão em flagrante por embriaguez ao volante (art. 306 do CTB).

Também foram registrados casos de ameaça praticados por ex-companheiros, como no bairro Laranjal, em Marechal Deodoro, onde a vítima solicitou medida protetiva de urgência após relatar histórico de violência doméstica.

Em outro atendimento, no Tabuleiro do Martins, uma discussão entre casal, agravada pelo consumo de álcool, terminou com o homem preso após ameaçar a companheira. Ele foi autuado por crime de ameaça, conforme o artigo 147 do Código Penal, combinado com a Lei Maria da Penha.

Uma mulher denunciou ter sido agredida pelo próprio filho no povoado Pé Leve, na zona rural de Limoeiro de Anadia. Segundo o relato, além da agressão física, o suspeito estaria quebrando objetos dentro da residência. Ao chegar ao local, a guarnição encontrou o homem com sinais visíveis de embriaguez e o conduziu à Central de Flagrantes, onde a vítima formalizou a denúncia e foi lavrado auto de prisão em flagrante por violência doméstica.

A Polícia Militar reforça a importância das denúncias e lembra que casos de violência contra a mulher podem ser comunicados pelo 190 ou pelo 180, canal nacional de atendimento à mulher.

Gostou? Compartilhe