A Polícia Civil de Alagoas apreendeu medicamentos para emagrecimento contrabandeados em Capela, adquiridos irregularmente por três mulheres através de anúncios em redes sociais, destacando a conexão entre estados na luta contra o crime. A ação resultou na interceptação das encomendas antes de chegarem ao destino final, evidenciando a colaboração entre as polícias de Goiás e Alagoas.
As investigações revelaram que uma enfermeira em Goiás estava enviando as chamadas 'canetas emagrecedoras' sem a devida autorização, configurando um crime contra a saúde pública, com pena de 10 a 15 anos de reclusão. As compradoras em Alagoas, que pretendiam usar os medicamentos pessoalmente, foram autuadas por receptação culposa, com penas de um mês a um ano de detenção.
Após a prisão da enfermeira em Goiás, a Polícia Civil de Alagoas registrou três Termos Circunstanciados de Ocorrência e reforçou o alerta sobre os perigos da compra de medicamentos pela internet sem prescrição médica. A situação destaca a necessidade de vigilância contínua sobre a comercialização irregular de produtos de saúde.
A Polícia Civil de Alagoas apreendeu, no município de Capela/AL, medicamentos para emagrecimento contrabandeados que estavam sendo adquiridos de forma irregular por meio de anúncios em redes sociais.
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Três mulheres, com idades de 36, 38 e 45 anos, realizaram a compra das chamadas “canetas emagrecedoras” após visualizarem a divulgação feita por uma enfermeira no estado de Goiás.
A ação foi possível graças à integração entre a Polícia Civil de Goiás e a Polícia Civil de Alagoas, que compartilharam informações estratégicas sobre o esquema criminoso.
Com o apoio do setor de segurança dos Correios, as encomendas foram interceptadas em Capela antes de chegarem ao destino final.
A ação foi conduzida pela equipe do 103º Distrito Policial de Capela, sob a coordenação do delegado Rodrigo Sarmento.
As investigações apontaram que a enfermeira utilizava o serviço postal para despachar diversas canetas emagrecedoras, cuja comercialização e distribuição são restritas e dependem de autorização específica dos órgãos competentes.
A prisão da suspeita em Goiás ocorreu após uma denúncia anônima, que levou a polícia a monitorar sua movimentação e identificar o envio irregular dos produtos, configurando crime contra a saúde pública, com pena prevista de 10 a 15 anos de reclusão.
Em relação às compradoras em Alagoas, foi constatado que os medicamentos seriam destinados ao uso pessoal. Por esse motivo, a Polícia Civil de Alagoas lavrou três Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO's) pelo crime de receptação culposa, cuja pena varia de um mês a um ano de detenção.
A Polícia Civil reforça o alerta sobre os riscos da compra de medicamentos pela internet, especialmente quando não há prescrição médica ou autorização legal para comercialização.
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