Polícia identifica vítimas de triplo homicídio em festa clandestina na orla do Pilar

Publicado em 02/01/2026, às 11h27
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Por Redação

Um triplo homicídio ocorreu na madrugada de 1° de janeiro na orla lagunar de Pilar, Alagoas, resultando na morte de Alisson Alves dos Santos, Anderson Cavalcante da Silva e Rodrigo da Silva Oliveira, além de dois feridos que estão internados.

O ataque aconteceu durante uma festa clandestina e os disparos foram feitos por volta das 4h50, com as vítimas apresentando múltiplas perfurações; a motivação e os autores do crime ainda não foram identificados.

A Polícia Civil está investigando o caso e busca imagens de câmeras de segurança para auxiliar nas apurações, enquanto a área do crime foi isolada para a realização de perícias pelo Instituto de Criminalística e pelo IML.

Resumo gerado por IA

A Polícia Civil de Alagoas divulgou, nesta sexta-feira (02), a identidade das vítimas de um triplo homicídio registrado na madrugada de quinta-feira, 1°, na orla lagunar de Pilar, na região metropolitana de Maceió.

As vítimas são: Alisson Alves dos Santos, Anderson Cavalcante da Silva e Rodrigo da Silva Oliveira. Outras duas pessoas, do sexo masculino, ficaram feridas no ataque e estão internadas no Hospital Geral do Estado (HGE).

Segundo informações repassadas pelo delegado James Aita, que está à frente das investigações, a polícia procura por câmeras de segurança que possam ter registrado a movimentação dos suspeitos do crime. Até o momento, a autoria e motivação são desconhecidas.

O CRIME

  • De acordo com relatos repassados à Polícia Militar, o atentado a tiros aconteceu em uma festa clandestina, que teria começado por volta das 3h30, reunindo centenas de pessoas e paredões de som;
  • Os disparos aconteceram pouco mais de uma hora depois, por volta das 4h50. Após o crime, os autores fugiram.
  • As três vítimas morreram ainda no local. Elas apresentavam perfurações no tórax, nas costas e na nuca. Os outros dois feridos foram socorridos e encaminhados ao Hospital Geral do Estado (HGE);
  • A área foi isolada para a atuação da Polícia Civil e da Polícia Científica. Equipes do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal (IML) realizaram os procedimentos periciais.

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