Polícia indicia donos de academia onde mulher foi intoxicada

Publicado em 12/02/2026, às 11h42 - Atualizado às 11h42
Polícia Civil/SP
Polícia Civil/SP

Por Agência Brasil

A Polícia Civil de São Paulo solicitou o indiciamento dos proprietários da academia C4 Gym, onde a professora Juliana Faustino Bassetto faleceu devido a uma aparente intoxicação após usar a piscina, afetando também outras sete pessoas, incluindo seu marido, que permanece em estado grave.

A investigação aponta que um funcionário, sem qualificação adequada, preparou cloro próximo à piscina, resultando na inalação de vapores químicos por Juliana e outros frequentadores, levando à sua morte e à intoxicação de mais seis pessoas.

Os proprietários da academia prestaram depoimento e foram liberados, enquanto o Ministério Público investiga a regularização das outras unidades da C4 Gym e a situação da academia em questão, que operava sem alvará.

Resumo gerado por IA

A Polícia Civil de São Paulo pediu o indiciamento dos proprietários da academia C4 Gym, onde a professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, morreu vítima de aparente intoxicação após usar a piscina. Mais sete pessoas, incluindo o marido de Juliana, foram intoxicadas. As autoridades ainda investigam o que aconteceu.

Os empresários prestaram depoimento na noite desta quarta-feira (11) e foram liberados. 

Funcionário

A professora morreu no sábado (7), após usar a piscina da academia que fica na zona leste de São Paulo. Segundo a investigação policial, um funcionário do estabelecimento preparou cloro para colocar na água. Embora não tenha usado o produto na piscina, o empregado deixou o preparo próximo das pessoas, que inalaram os vapores químicos. Juliana começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu. O marido dela também foi intoxicado e está internado em estado grave.

Há mais seis pessoas com suspeita de intoxicação.

Segundo a polícia, o funcionário não é um piscineiro e a academia não tem alvará de funcionamento.

As investigações continuam. 

O Ministério Público de São Paulo busca saber se as outras unidades de C4 Gym estão regularizadas.

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