O juiz tinha sido levado pelos bandidos na noite de domingo (18) quando estava na Avenida Rebouças, perto da Rua Oscar Freire, área nobre da Zona Oeste de SP.
Um juiz sequestrado em São Paulo foi resgatado após seu companheiro perceber a situação de perigo e chamar a polícia, resultando na prisão de cinco criminosos envolvidos no caso.
Samuel de Oliveira Magro, auditor fiscal e juiz do Tribunal de Impostos e Taxas, foi sequestrado na noite de domingo e mantido em cativeiro em Osasco, com indícios de que mensagens enviadas por ele foram feitas sob coação.
A operação de resgate foi realizada pela 2ª Delegacia Antissequestro e pelo Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos, com os suspeitos sendo encaminhados para a delegacia especializada para investigação.
O uso de uma palavra-chave previamente combinada fez o companheiro de um juiz que tinha sido sequestrado perceber que ele estava em apuros e chamar a polícia. O refém foi solto do cativeiro na manhã desta terça-feira (20) em São Paulo. Cinco criminosos foram presos.
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A vítima é Samuel de Oliveira Magro, auditor fiscal e juiz do Tribunal de Impostos e Taxas (TIT), vinculado à Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz). O TIT julga processos administrativos tributários e é composto por juízes representantes da Fazenda e juízes representantes dos contribuintes.
O refém havia sido levado pelos bandidos na noite de domingo (18), quando estava na Avenida Rebouças, perto da Rua Oscar Freire, área nobre da Zona Oeste, e colocado em um cativeiro localizado em Osasco, na Grande SP.
A palavra de segurança não foi divulgada. O companheiro dele, Paulo, também contou à polícia que o síndico do prédio onde Samuel mora recebeu mensagem do juiz autorizando a entrada de pessoas no apartamento para uma vistoria, o que não era comum e suspeita-se que tenha sido enviada sob coação. Não havia sinais de invasão no imóvel.
A ação de resgate foi conduzida por agentes da 2ª Delegacia Antissequestro (DAS/DOPE) e do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra). Os presos serão levados para a DAS, que fica no prédio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), no Centro de São Paulo.
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