Polícia ouve testemunhas de atropelamento que matou criança de dois anos em Porto Calvo

Publicado em 13/01/2026, às 16h36
Foto: Reprodução/PC-AL
Foto: Reprodução/PC-AL

Por TNH1 com Ascom PC-AL

Um inquérito policial está em andamento para investigar o atropelamento de uma criança de dois anos em Porto Calvo, Alagoas, ocorrido no último domingo, com o condutor do veículo fugindo do local.

As investigações estão sob a responsabilidade do delegado Valdir Silva de Carvalho, que está ouvindo testemunhas e coletando informações para entender a dinâmica do acidente, inicialmente classificado como homicídio culposo.

A Polícia Civil está conduzindo o caso com rigor e sensibilidade, podendo reclassificar o crime para homicídio doloso se for comprovado que o motorista estava sob efeito de álcool ou substâncias ilícitas.

Resumo gerado por IA

A Polícia Civil de Alagoas informou, nesta terça-feira (13), que segue em andamento o inquérito policial instaurado para apurar as circunstâncias do atropelamento que vitimou uma criança de dois anos de idade, no município de Porto Calvo, ocorrido no último domingo (11).

De acordo com o delegado Mário Jorge Barros, da diretoria de Polícia Judiciária da Região 2, policiais civis estiveram no local do acidente para realizar os primeiros levantamentos e dar início às diligências investigativas. O condutor do veículo suspeito de atropelar a vítima fugiu logo após o atropelamento.

Segundo a polícia, as investigações prosseguem sob a responsabilidade do delegado Valdir Silva de Carvalho, titular da 8ª Delegacia Regional de Polícia de Matriz de Camaragibe, com a oitiva de testemunhas e a coleta de informações, que possam esclarecer a dinâmica do ocorrido.

“Inicialmente, o caso é tratado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar. No entanto, essa classificação poderá ser revista ao longo das investigações. Caso fique comprovado que o condutor estava sob efeito de álcool ou de outra substância, o crime poderá ser enquadrado como homicídio doloso, quando o motorista assume o risco de causar a morte”, explicou o delegado.

A Polícia Civil reforça que o caso está sendo conduzido com rigor técnico e sensibilidade, com o objetivo de esclarecer plenamente os fatos e responsabilizar o autor conforme a legislação vigente

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