A Polícia Civil de Alagoas realizou uma operação em Marechal Deodoro para combater o comércio ilegal de combustíveis, resultando na detenção de dois homens e na apreensão de 400 litros de substância semelhante à gasolina e 20 litros de óleo diesel.
As investigações iniciais revelaram que o local vendia cerca de 600 litros de combustível diariamente, com a gasolina sendo comercializada a R$ 3,75 por litro, o que indica um esquema significativo de venda clandestina.
Os detidos foram levados à sede da DRACCO, onde um auto de prisão em flagrante foi registrado, e as investigações continuarão para identificar a origem dos combustíveis e possíveis outros envolvidos na rede de comércio ilegal.
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) deflagrou, nesta quarta-feira (07), uma operação para combater o comércio ilegal de combustíveis no município de Marechal Deodoro, na região Metropolitana de Maceió. A comercialização clandestina de combustíveis, bem como o transporte e armazenamento irregular de produtos perigosos, sem a devida autorização legal, foram flagrados em um imóvel que vendia cerca de 600 litros de combustível por dia a um valor médio de R$ 3,75.
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A ação foi coordenada pelos delegados João Marcello Almeida e Pedro Henrique Alves junto à Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), através da Seção de Combate a Roubo de Cargas, coordenou a ação.
As diligências tiveram início após denúncias anônimas que apontavam a venda ilegal de combustíveis em um imóvel localizado no bairro Taperaguá. No local, as equipes da Polícia Civil constataram a prática criminosa em flagrante.
Durante a operação, dois homens, de 22 e 23 anos, foram detidos. No imóvel, foram apreendidos aproximadamente 400 litros de substância semelhante à gasolina e cerca de 20 litros de óleo diesel, armazenados de forma precária, além de um reboque carregado com diversos galões de combustível.
As investigações preliminares apontaram ainda que o local comercializava cerca de 600 litros de combustível por dia, com a gasolina sendo vendida ao valor aproximado de R$ 3,75 o litro.
Diante dos fatos, os suspeitos foram conduzidos à sede da DRACCO, em Maceió, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante. O procedimento investigativo seguirá sob responsabilidade da unidade especializada, que dará continuidade às apurações para identificar a origem dos combustíveis e a possível participação de outros envolvidos na rede de comercialização irregular.
“O armazenamento e a comercialização clandestina de combustíveis, além de configurarem crimes contra a ordem econômica e o meio ambiente, representam um grande risco à segurança pública. Atuamos de forma rápida e eficiente para conter a atividade e responsabilizar os envolvidos”, disse o delegado João Marcello.
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