Um homem foi preso por atirar no palhaço 'Bananinha' em Maravilha, Alagoas, um dia após causar tumulto em um circo, resultando em uma tentativa de homicídio que deixou a vítima gravemente ferida.
O crime ocorreu após o suspeito invadir o espetáculo, gerando uma briga, e no dia seguinte, ele retornou armado, disparando contra o palhaço enquanto este tentava fugir em um veículo.
A prisão do suspeito foi realizada pela Polícia Civil com base em um mandado de prisão preventiva, e as investigações indicam que o crime foi motivado por razões fúteis, complicando a defesa da vítima.
O homem preso por atirar no palhaço "Bananinha", no município de Maravilha, no Sertão de Alagoas, cometeu o crime um dia depois de invadir um espetáculo no circo e causar uma briga generalizada (imagem em destaque). Ele foi preso nessa sexta-feira (30) pela Polícia Civil.
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De acordo com o delegado Leonardo Amorim, responsável pelas investigações, a tentativa de homicídio, ocorrida em 28 de agosto de 2025, teve origem no circo organizado pela própria vítima. Na ocasião, o suspeito do disparo ingressou de forma indevida na arena, o que provocou uma luta corporal entre ele e os envolvidos no espetáculo. Depois, a confusão foi cessada sem maiores consequências.
No dia seguinte, enquanto trabalhadores desmontavam a estrutura do evento, surgiram informações de que pessoas estariam à procura do palhaço e dos familiares dele, o que indicou a possibilidade de uma emboscada.
Pouco tempo depois, o homem apareceu com uma espingarda artesanal nas mãos e ameaçou o grupo do circo, quando efetuou um disparo para o alto. Em seguida, ele atirou em direção ao palhaço, ferido na nuca, quando já estava dentro do veículo para fugir.
A vítima foi socorrida em estado grave e levada para uma unidade hospitalar. Segundo o delegado, após dias de internação, o quadro de saúde evoluiu e o palhaço ficou fora de perigo.
A prisão
A Polícia Civil destacou que a detenção do suspeito foi realizada durante cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. Segundo o delegado, o homem foi reconhecido por testemunhas e, ao final dos procedimentos, indiciado pelo crime.
As investigações apontaram que a tentativa de homicídio foi motivada por "razões fúteis" e executada com recurso que "dificultou a defesa da vítima", circunstâncias que qualificam o delito.
Além da DHPP, a operação contou com a participação de equipes da Polícia Militar, vinculadas ao 7º Batalhão da PM.
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