Quadrilha é presa em Guarulhos com carga de canetas emagrecedoras do Paraguai avaliada em R$ 1 mi

Publicado em 25/01/2026, às 18h31
Foto: Reprodução/TV Globo
Foto: Reprodução/TV Globo

Por FolhaPress

Quatro homens foram detidos em Guarulhos com 2.442 canetas emagrecedoras contrabandeadas do Paraguai, avaliadas em R$ 1 milhão, em uma operação da Polícia Militar que revelou um esquema de contrabando de produtos proibidos pela Anvisa.

Além das canetas, a polícia apreendeu uma carga diversificada que incluía 516 celulares, 51 televisores e 351 perfumes árabes, totalizando um valor estimado de R$ 3 milhões, indicando um grande esquema de comércio ilegal na região.

Os detidos foram ouvidos e liberados, enquanto a carga ilegal permanece apreendida e a investigação sobre o contrabando e os crimes contra a saúde pública continua em andamento.

Resumo gerado por IA

A Polícia Militar deteve, em Guarulhos, na Grande São Paulo, quatro homens com cerca de 2.442 canetas emagrecedoras contrabandeadas do Paraguai e proibidas no Brasil pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O valor do medicamento está estimado em R$ 1 milhão.

O caso ocorreu na rua da Aviação, na vila Itapegica, por volta das 22h, na sexta-feira (23). A PM flagrou os homens transferindo mercadorias de um carro para o caminhão, que estava estacionado na via.

Ao fazer a abordagem, os agentes encontraram, além dos medicamentos, 516 celulares de diversas marcas e modelos, 51 televisores, 1.200 telas de celulares, 1.788 películas, 868 displays, 351 perfumes árabes, entre outros produtos sem notas fiscais. O valor estimado de toda a carga é de R$ 3 milhões, segundo a polícia.

Os materiais estavam sendo escondidos entre uma carga legal de mantas impermeabilizantes e seriam levados para João Pessoa, na Paraíba, de acordo com o caminhoneiro que transportaria a carga.

Os quatro homens foram levados para o 1° DP de Guarulhos, onde foram ouvidos e liberados. A carga ilegal ficou apreendida e a investigação continua, de acordo com o registro policial. O caso foi registrado como contrabando e crime contra a saúde pública.

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