Quem era professora morta a facadas por aluno em faculdade

Publicado em 08/02/2026, às 15h05
Imagem Quem era professora morta a facadas por aluno em faculdade

Por CNN Brasil

Juliana Santiago, professora de Direito Penal e escrivã da Polícia Civil, foi assassinada a facadas por um aluno na Faculdade Metropolitana em Porto Velho, Rondônia, gerando consternação na comunidade acadêmica e pedidos de justiça.

O autor do crime, identificado como João Júnior, também era aluno do curso de Direito, e a Polícia Civil já iniciou investigações sobre o caso, enquanto a OAB e o Ministério Público de Rondônia se manifestaram lamentando a morte e prometendo rigor na apuração.

O Centro Universitário Aparício Carvalho decretou três dias de luto acadêmico e está colaborando com as autoridades, além de prestar assistência necessária, reafirmando seu repúdio ao ato de violência em ambientes educacionais.

Resumo gerado por IA

Juliana Santiago, de 41 anos, era uma professora de Direito Penal no Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca) e escrivã da Polícia Civil, que foi morta a facadas por um aluno dentro da Faculdade Metropolitana, em Porto Velho, Rondônia. O crime ocorreu na última sexta-feira (6).

Após a morte, Santiago foi homenageada por uma aluna nas redes sociais. A jovem disse que a docente era "inspiradora e tinha um amor genuíno pelo que fazia".

"Ela me disse coisas tão lindas que levarei para sempre comigo. Obrigado pela honra de ter sido minha professora. Que Deus te receba de braços abertos", disse a aluna de Juliana Santiago.

Além disso, a aluna de Juliana ainda afirmou que a mulher será sempre lembrada como uma pessoa "tão carinhosa e atenciosa", além de ter sido "um ser humano incrível".

O responsável pelo ataque contra a professora foi identificado como João Júnior, também aluno do curso de Direito. Segundo a Polícia Civil, a investigação do caso já está em andamento.

Manifestações

Em nota, o deputado Edevaldo Neves repudiou a violência em ambientes educacionais.

“Reafirmo meu repúdio absoluto a qualquer forma de violência e cobro das autoridades competentes uma investigação rigorosa”, afirmou.

O Ministério Público de Rondônia também se pronunciou, garantindo que atuará na apuração do crime e lamentando a morte da servidora pública.

“Que a memória de Juliana seja honrada com justiça para todas”, disse em nota.

O Centro Universitário Aparício Carvalho repudiou a atitude do aluno e afirmou que está prestando toda a assistência necessária, além de colaborar com as autoridades competentes. A instituição decretou três dias de luto acadêmico.

“A Instituição reafirma seu repúdio absoluto a este crime e informa que as providências já estão sendo adotadas”, declarou o comunicado.

OAB lamenta morte de professora

O Conselho Federal da OAB manifestou profundo pesar pelo falecimento da professora Juliana Matos de Lima Santiago. A instituição disse que a morte da mulher "causa consternação e mobiliza a advocacia brasileira, que rende homenagem à sua trajetória."

Além disso, o órgão se solidarizou com os familiares, amigos, colegas de profissão, alunos e com a comunidade acadêmica. A OAB de Rondônia também lamentou o caso e prestou condolências.

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