Residência de babá suspeita de agredir criança autista é cercada por moradores

Publicado em 31/01/2026, às 09h19
Foto: Reprodução
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Por Redação

Uma babá em Arapiraca é investigada por supostamente agredir uma criança com Transtorno do Espectro Autista, levando a um cerco de moradores em sua residência após a divulgação do caso nas redes sociais.

O Ministério Público de Alagoas iniciou a investigação após um vídeo postado por uma tia da criança, que alega que o menino foi espancado e forçado a ingerir material fecal.

A Polícia Militar foi chamada para garantir a segurança da babá, que se refugiou na casa de familiares; no entanto, não foi possível registrar um termo circunstanciado por ameaça, pois ela não conseguiu identificar os manifestantes.

Resumo gerado por IA

A residência da babá suspeita de ter agredido fisicamente uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foi cercada por um grupo de moradores, em Arapiraca, após denúncias sobre o caso ganharem repercussão nessa quinta-feira, 30. A Polícia Militar foi acionada para intervir e garantir a segurança da mulher.

De acordo com informações dos militares, uma equipe foi acionada para uma residência após denúncias de que uma mulher estaria prestes a ser agredida. Ao chegar ao local, os policiais encontraram os manifestantes em frente à residência, onde a babá se abrigava na casa de familiares, temendo a violência devido à grande repercussão do caso.

Ainda segundo a polícia, os manifestantes não tinham ligação direta com o caso. A mulher e o grupo de moradores foram encaminhados à Central de Flagrantes.

Já na delegacia, não foi lavrado termo circunstanciado por ameaça, pois a babá não conseguiu identificar os autores das possíveis agressões, tendo apenas ouvido os gritos vindos do lado de fora da residência.

O CASO

  • Uma babá está sendo investigada por suspeita de ter agredido fisicamente uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em Arapiraca, no Agreste alagoano. O caso foi divulgado nessa sexta-feira, 30, pelo Ministério Público de Alagoas (MPAL);
  • A situação ganhou repercussão depois que um vídeo circulou nas redes sociais, levando o MP-AL a iniciar investigação. A identidade da suspeita não foi revelada;
  • Segundo as investigações, o vídeo foi publicado nas redes sociais por uma tia da criança, em seu perfil pessoal. A mulher afirma que o sobrinho portador do TEA teria sido espancado. Além disso, segundo ela, os vizinhos teriam gravado a babá obrigando o menino a comer material fecal. 

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