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Samara Felippo sobre cabeleireiro acusado de assédio: “Não fui vítima”

Metrópoles | 10/08/21 - 16h08
Reprodução / Instagram

Samara Felippo se pronunciou sobre as denúncias de assédio envolvendo seu cabelereiro, Bruno Dantte. Ele foi acusado por diversas alunas de um curso onde é professor.

A atriz esclareceu que nunca foi assediada por Dantte. “Estou há dois dias digerindo essa bomba que caiu em cima do meu colo também. Apesar de não ter sido vítima, fui vítima de outra forma porque eu não sabia das atitudes desse cabeleireiro do segmento dos cachos, do qual eu confiava”, iniciou Samara em uma live promovida em seu Instagram.

“Cedi a minha amizade e carinho, quase uma parceria. Sinto muito pelas vítimas. Não vou passar pano, mas tampouco estou aqui para apedrejar alguém. Essa sociedade é doente e todo mundo erra”, destacou em seguida.

Em nota oficial, Bruno Dantte negou as acusações e disse que se afastaria das atividades e empresas por tempo indeterminado.

“A assessoria de imprensa do empresário e cabeleireiro Bruno Dantte informa que, devido aos últimos acontecimentos, o mesmo optou por afastar-se de suas atividades e empresas por tempo indeterminado até que todos os fatos sejam esclarecidos e cessem os ataques difamatórios que lhe estão sendo indevidamente veiculados nas redes sociais”, diz a nota.

“A assessoria jurídica do empresário já está tomando as medidas cabíveis e necessárias. Bruno deixa registrado que lamenta profundamente o ocorrido e que não compactua com nenhum tipo de comportamento abusivo”, finalizou a assessoria.

Entenda

O famoso cabeleireiro de cabelos cacheados Bruno Dantte foi acusado de assédio por diversas alunas do curso ministrado por ele. Além disso, funcionárias e clientes denunciaram o profissional, conhecido por cuidar dos cachos de famosas como Samara Felippo, Cacau Protásio, Fabíula Nascimento e Vanessa da Mata.

Segundo o relato da cabeleireira Pazin, publicado em suas redes sociais, o assédio moral que sofreu ocorreu após ela ter saído de São Paulo para ir trabalhar no salão de Bruno, no Rio de Janeiro. Após três semanas de trabalho, a cabeleireira foi demitida, pois não suportou os assédios. Com seu relato muitas outras vítimas apareceram, desde alunas até clientes do cabeleireiro.