Secretário executivo é nomeado ministro interino da Justiça

Publicado em 10/01/2026, às 16h10
Manoel Carlos substitui temporariamente Ricardo Lewandowski, que pediu demissão - Foto: Agência Brasil
Manoel Carlos substitui temporariamente Ricardo Lewandowski, que pediu demissão - Foto: Agência Brasil

Por Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou Manoel Carlos de Almeida Neto como ministro interino da Justiça e Segurança Pública após a demissão de Ricardo Lewandowski, que alegou motivos pessoais para sua saída.

Lewandowski ocupou o cargo desde fevereiro de 2024 e destacou em sua carta de demissão o esforço em desempenhar suas funções dentro das limitações políticas e orçamentárias enfrentadas.

Manoel Carlos de Almeida Neto, que já foi secretário-geral do TSE e possui experiência acadêmica e profissional, assume a pasta enquanto o governo busca estabilidade na gestão da segurança pública.

Resumo gerado por IA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou o secretário executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Manoel Carlos de Almeida Neto, para chefiar a pasta interinamente. A indicação foi publicada nessa sexta-feira (9) no Diário Oficial da União. 


Ele substitui temporariamente o ex-ministro Ricardo Lewandowski, que entregou, na quinta-feira (8), uma carta com pedido de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.  Lewandowski assumiu a pasta em fevereiro de 2024 e alegou que questões pessoais e familiares o levaram a tomar a decisão.


"Tenho a convicção de que exerci as atribuições do cargo com zelo e dignidade, exigindo de mim e de meus colaboradores o melhor desempenho possível em prol de nossos administrados, consideradas as limitações políticas, conjunturais e orçamentárias das circunstâncias pelas quais passamos", escreveu Lewandowski na carta.

Interino - O ministro interino Manoel Carlos de Almeida Neto já foi secretário-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, em 2014, teve o nome aprovado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) para ocupar o cargo de secretário-geral da Corte. 


Almeida Neto exerceu por oito anos o cargo de diretor jurídico da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). No âmbito acadêmico, foi professor e cursou pós-doutorado e doutorado em direito pela Universidade de São Paulo (USP).

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