Série de atentados assusta população na Barra de São Miguel; três pessoas morreram e uma sobreviveu

Publicado em 06/04/2026, às 08h00
Barra de São Miguel - Reprodução/Youtube/PJM Drone
Barra de São Miguel - Reprodução/Youtube/PJM Drone

Por Redação

No último domingo, a Barra de São Miguel, um popular destino turístico em Alagoas, registrou uma onda de violência com três assassinatos e uma tentativa de homicídio, sem prisões até o momento.

Os crimes ocorreram com um padrão semelhante, onde os assassinos se passaram por policiais e invadiram residências, resultando na morte de jovens e ferimentos em duas mulheres, uma das quais não sobreviveu.

A Polícia Civil planeja abrir inquéritos para investigar os casos e determinar se há ligações entre os crimes, que podem estar relacionados a disputas pelo tráfico de drogas na região.

Resumo gerado por IA

O município da Barra de São Miguel, um dos principais destinos turísticos do Litoral Sul alagoano, teve um domingo (05) marcado por violência. Em episódios distintos, três pessoas foram assassinadas e uma sofreu tentativa de homicídio. As forças de segurança foram mobilizadas, mas nenhum envolvido nos crimes foi preso até o momento.

Dois dos atentados chamaram a atenção das autoridades pelo mesmo "modus operandi": criminosos simularam ser policiais e utilizaram táticas de invasão tática para surpreender as vítimas dentro das residências que ocupavam.

O primeiro crime ocorreu na Rua José Vieira de Andrade, no Centro. Os atiradores bateram na porta da casa de Laudemir da Silva, de 18 anos. Diante do silêncio da vítima, eles invadiram o imóvel e executaram o jovem, que seria usuário de entorpecentes, enquanto ele dormia ao lado da companheira. A mulher nada sofreu.

O segundo assassinato aconteceu na Rua 16 de Setembro, no loteamento Barra Mar. João Paulo de Almeida Filho, de 23 anos, foi executado sob circunstâncias semelhantes. Ele teve a porta da casa arrombada pelos criminosos e morreu baleado.

A sequência de violência também atingiu duas mulheres em um terceiro atentado, cujas identidades delas permanecem desconhecidas. Uma não resistiu aos ferimentos e morreu no local após ser atingida por diversos disparos. Já a outra sobreviveu e foi encaminhada para uma unidade de saúde. A reportagem não teve acesso ao quadro clínico dela.

A Polícia Civil deve instaurar inquéritos para apurar as autorias e as motivações dos crimes. Ainda não se sabe se há conexão entre os atentados ou se os assassinatos estão relacionados à disputa pelo controle do tráfico de drogas na cidade.

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