STJ mantém prisão de piloto acusado de espancar jovem em Brasília

Publicado em 06/02/2026, às 14h54
STJ negou habeas corpus protocolado pela defesa do piloto de automobilismo Pedro Arthur Turra Basso - Reprodução / PC
STJ negou habeas corpus protocolado pela defesa do piloto de automobilismo Pedro Arthur Turra Basso - Reprodução / PC

Por Agência Brasil

O presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, negou o habeas corpus do piloto Pedro Arthur Turra Basso, que permanece preso preventivamente na Papuda, em Brasília, acusado de lesão corporal grave após agredir um adolescente.

A prisão ocorreu após um desentendimento relacionado a um chiclete, resultando na internação da vítima em UTI, e foi mantida pelo TJDFT para garantir a integridade das investigações.

A defesa argumentou que Turra possui residência fixa e colaborou com as investigações, mas a decisão judicial foi baseada na necessidade de preservar o andamento do caso e na segurança do acusado diante da exposição midiática.

Resumo gerado por IA

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, negou habeas corpus protocolado pela defesa do piloto de automobilismo Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos. A decisão foi proferida nessa quinta-feira (5).

Com isso, Turra vai continuar preso preventivamente no presídio da Papuda, em Brasília, pela acusação de lesão corporal grave.

O piloto foi preso, na semana passada, após agredir um adolescente de 16 anos. O desentendimento ocorreu por causa de um chiclete arremessado em um amigo da vítima, que continua internado na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Águas Claras, na capital federal.

Na última segunda-feira (2), a prisão do piloto também foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT). O desembargador Diaulas Costa Ribeiro entendeu que a prisão é necessária para preservar as investigações.

No pedido de habeas corpus, a defesa contestou a decretação da prisão pela primeira instância e afirmou que o piloto tem residência fixa, não tentou fugir e colaborou com as investigações.

Segundo os advogados, Turra foi preso a partir de vídeos publicados na internet, sem contraditório e validação judicial. Além disso, a defesa disse que o acusado teme por sua segurança diante da exposição midiática do caso.

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