A estreia de Virginia Fonseca como Rainha de Bateria da Acadêmicos do Grande Rio foi marcada por imprevistos técnicos e uma recepção mista do público, refletindo a pressão de substituir a ex-rainha Paolla Oliveira. Essa situação transformou o evento em um teste de resiliência para a influenciadora.
A reação do público foi dividida, com aplausos de seguidores e vaias de parte da plateia, enquanto o presidente de honra da escola expressou descontentamento com atrasos logísticos, criando um clima de urgência nos bastidores.
Durante o desfile, Virginia enfrentou problemas com sua fantasia, incluindo um tapa-sexo que se descolou, exigindo ajustes de emergência. O episódio gerou discussões sobre a responsabilidade de substituir figuras históricas e o impacto das celebridades digitais no Carnaval.
A estreia de Virginia Fonseca como Rainha de Bateria da Acadêmicos do Grande Rio foi marcada por uma série de imprevistos técnicos e uma recepção mista por parte do público na Marquês de Sapucaí. O que se projetava como um momento de consagração acabou se tornando um teste de resiliência para a influenciadora, que enfrentou desde problemas com a fantasia até tensões nos bastidores da agremiação. As informações são da jornalista Kátia Flávia, no Jornal de Brasília.
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Assim que o nome de Virginia foi anunciado pelo carro de som, a reação das arquibancadas foi dividida. Embora houvesse aplausos de seus seguidores, parte do público respondeu com vaias e gritos em homenagem a Paolla Oliveira, ex-rainha da escola e figura emblemática da comunidade de Caxias. Essa pressão inicial estabeleceu um tom de cobrança que acompanhou a influenciadora durante todo o percurso.
A concentração da escola também registrou momentos de irritação. Jayder Soares, presidente de honra da Grande Rio, demonstrou descontentamento público com atrasos relacionados à logística da equipe de Virginia e da musa do jogador Vini Jr. O clima de urgência se refletiu na movimentação intensa de diretores e rádio-operadores, que buscavam alinhar o desfile para evitar punições na contagem de tempo.
Tapa-sexo descolando
A performance de Virginia foi diretamente afetada por falhas na indumentária. Durante a evolução, o acessório tapa-sexo começou a se descolar. A equipe de apoio precisou intervir rapidamente na avenida, realizando ajustes de emergência para evitar uma exposição indevida diante das câmeras e dos jurados.
Já devido ao peso e à estrutura exuberante, a peça costeiro dificultou a mobilidade e o ritmo do samba da rainha, exigindo esforço redobrado para manter a postura.
O balanço da estreia
Apesar das adversidades, Virginia manteve o protocolo de sorrisos para as transmissões oficiais, embora o comportamento fosse de constante vigilância, com olhares frequentes para a equipe de apoio e checagens na fantasia. O desfile evidenciou o contraste entre a estética controlada das redes sociais e o rigor do julgamento presencial do Carnaval carioca.
O episódio encerra o Carnaval da Grande Rio com um debate nos bastidores sobre o peso da responsabilidade de substituir figuras históricas da escola e o impacto das celebridades digitais no ecossistema do samba.
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