As redes de farmácias estão alertando os clientes sobre o reajuste anual nos preços dos medicamentos, que entrará em vigor em 1º de abril, gerando preocupação para usuários de remédios contínuos.
O aumento, fixado em 3,83% para 2025, é determinado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e considera fatores como produtividade, concorrência e o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA).
O governo estabelece um teto máximo para os preços dos medicamentos, garantindo que as farmácias não possam cobrar mais do que esse valor, embora descontos sejam comuns nas vendas aos consumidores.
As redes de farmácias já começaram a avisar a clientela. Vem aí o reajuste nacional anual nos preços de medicamentos. Este ano o aumento começará a valer a partir de 1º de abril. O reajuste é uma preocupação a mais principalmente para tem despesa com remédios de uso contíunuo.
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O percentual, que em 2025 foi de 3,83%, é determinado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), ligada a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O reajuste leva em consideração fatores como produtividade, concorrência e o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA).
Como funciona? o governo estipula um teto máximo de aumento para os medicamentos, gerando assim, o valor máximo de revenda para os consumidores.
Os preços dos medicamentos no Brasil são regulados por força de lei, por um modelo que estabelece o preço máximo que pode ser cobrado por cada produto. A farmácia não pode vender o medicamento por um valor maior do que o seu preço máximo, mas é comum os consumidores comprarem com descontos.
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