Um homem de 31 anos, suspeito de ser um dos líderes de uma organização criminosa especializada no crime de tráfico de drogas e de lavagem de dinheiro, morreu depois de confronto a tiros com policiais em um condomínio no município de Marechal Deodoro, na re
Um homem de 31 anos, suspeito de ser um dos líderes de uma organização criminosa especializada no crime de tráfico de drogas e de lavagem de dinheiro, morreu depois de confronto a tiros com policiais em um condomínio no município de Marechal Deodoro, na região metropolitana de Maceió, nesta quinta-feira (27).
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De acordo com a polícia, o traficante foi alvo da Operação Cesário, desencadeada em Alagoas, Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal. A ação policial teve o objetivo de desarticular a organização de criminosos envolvida na comercialização ilegal de entorpecentes. O principal líder do grupo foi preso em Brasília.

"É uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal. Um dos líderes veio para Alagoas há cerca de um mês, e ele veio com carros de luxo, com jetskis, e residia nesse condomínio na Praia do Francês. Fizemos todo esse levantamento e culminou na resistência do alvo na data de hoje", disse o delegado João Marcello, em entrevista ao programa Fique Alerta, da TV Pajuçara.
O homem de 31 anos foi atingido por tiros depois de disparar contra policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais. Ele foi socorrido, mas não resistiu. A arma, as munições e uma quantidade da droga haxixe, que estavam com o traficante, foram apreendidas. Os carros de luxo dele também foram recolhidos e apresentados na delegacia.

"É uma estrutura organizada, de alto poder aquisitivo. Com outros alvos, em outros estados, foram apreendidos mais carros de luxo. Tinham um forte armamento, como fuzil, e também eles foram apreendidos. Não sabemos se eles estavam fugindo de lá para iniciar negócios em Alagoas. Estamos em contato com a polícia de lá e vamos continuar investigando", acrescentou o delegado.
O mandado judicial foi expedido pela 5ª Vara de Entorpecentes do Distrito Federal, que determinou também o sequestro de bens. A polícia destacou ainda que o líder do grupo preso em Brasília era responsável por negociar a droga com fornecedores, especialmente do estado de São Paulo.
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