Vídeo: Embraer faz voo demonstrativo de carro voador no interior de SP

Publicado em 25/03/2026, às 18h19
Foto: Reprodução/Ricardo Stuckert / PR
Foto: Reprodução/Ricardo Stuckert / PR

Por Redação

A Embraer realizou um voo demonstrativo de seu protótipo de eVTOL, um 'carro voador', durante a apresentação do Gripen, com a presença do presidente Lula, destacando a inovação na mobilidade aérea urbana no Brasil.

Desenvolvido pela subsidiária Eve Air Mobility e financiado com R$ 1,2 bilhão do BNDES, o eVTOL tem capacidade para cinco pessoas e um alcance de 100 km, com testes programados até 2026 e previsão de operação até 2027.

A unidade de produção do eVTOL será instalada em Taubaté, e a empresa já acumula mais de 2,9 mil pedidos de reserva, o que pode gerar uma receita potencial de US$ 14,5 bilhões, com expectativa de produção de até 480 aeronaves anualmente.

Resumo gerado por IA

A Embraer realizou um voo demonstrativo do eVTOL, um protótipo de "carro voador", nesta quarta-feira (25), durante o evento de apresentação do Gripen, a primeira aeronave supersônica produzida no Brasil.

O presidente Lula acompanhou o voo, que aconteceu na pista da Embraer em Gavião Peixoto, interior de SP.

O veículo aéreo, voltado para mobilidade aérea urbana, é desenvolvido pela Eve Air Mobility, empresa subsidiária da Embraer, com financiamento de R$ 1,2 bilhão do BNDES.

Veja vídeo do voo:

O carro voador terá capacidade para 5 pessoas, 4 passageiros e o piloto, e espaço para duas malas ou quatro bagagens de mão. Com oito motores elétricos elevadores (lifters) nas asas e um motor na parte traseira, ele consegue realizar voos na vertical e horizontal. Seu alcance é de 100 km.

O eVTOL concluiu pela primeira vez um voo não tripulado em dezembro do ano passado, e o programa de testes seguirá ao longo de 2026. A previsão é que ele esteja pronto para decolar até 2027.

A Eve Air Mobility vai montar a unidade de produção do carro voador em Taubaté, interior de São Paulo.

A empresa já recebeu mais de 2,9 mil pedidos de reserva, de 30 clientes em 13 países, representando um potencial de US$ 14,5 bilhões em receita. A expectativa é produzir até 480 aeronaves por ano.

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