Um raro fenômeno atmosférico conhecido como Blue Jet foi registrado em San Miguel de Tucumán, Argentina, na noite de 29 de março, impressionando moradores e cientistas pela sua beleza e singularidade.
Os Blue Jets são uma forma pouco comum de relâmpago que se projeta para cima, alcançando altitudes superiores a 48 quilômetros em frações de segundo, e são quase invisíveis a olho nu devido à sua curta duração.
Cientistas utilizam plataformas como a Estação Espacial Internacional para estudar esses fenômenos, enquanto moradores locais capturaram imagens do evento, que geraram reações entusiasmadas nas redes sociais.
Um raio azul incrivelmente raro foi registrado durante tempestade em San Miguel de Tucumán (Argentina), na noite de 29 de março.
O fenômeno impressionante, conhecido como Gigantic Jet ou Blue Jet, – que parece saído de um filme de ficção científica – foi filmado saindo de uma nuvem direto para a estratosfera.
Os raios azuis são uma das formas mais raras de relâmpago na Terra, disparando para cima em vez de atingir o solo. Eles podem atingir alturas de mais de 48 quilômetros em menos de um segundo e são quase impossíveis de serem vistos a olho nu, já que costuma durar apenas algumas centenas de milissegundos.
Moradores locais conseguiram registrar o momento espetacular com celulares. Assista:
Una fascinante imagen capturada con un teléfono móvil de un "gigantic jet", un fenómeno lumínico transitorio (TLE) raro que conecta las cumbres de nubes tormentosas directamente con la ionósfera en Argentina anoche. pic.twitter.com/C4uK8FZvFN
— Adi el Grande (@icardo8) March 30, 2026
👀⚡️
— Tiempo AMBA (@Tiempo_AMBA) March 30, 2026
Impactante "Blue Jet" (descarga de rayo ascendente de color azul) visto en Tucuman esta noche, es uno de los mejores registros del fenómeno en Sudamerica. pic.twitter.com/1vSjmNYBBb
A impressionante cor azul é causada pela agitação elétrica de moléculas de nitrogênio na alta atmosfera. Elas se formam em imponentes nuvens cumulonimbus e explodem para cima devido à intensa atividade elétrica no topo.
Cientistas frequentemente utilizam plataformas de alta altitude, como a Estação Espacial Internacional, para estudar o fenômeno enquanto ele atravessa a estratosfera.
"Nunca vi nada parecido, é incrível", disse um morador local no X.
"É como se Thor e Kratos estivessem se estapeando em Tucumán", postou outro.
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