A Receita Federal do Brasil iniciou, em fevereiro de 2026, uma mudança de gestão tributária com a adoção de uma Política de Inteligência Artificial (IA). Isso foi formalizado pela Portaria RFB nº 647, que direciona a modernização na fiscalização e arrecadação de impostos.
O objetivo é aumentar a eficiência usando tecnologia avançada sem comprometer os direitos dos contribuintes. As diretrizes da nova política priorizam o uso de IA em atividades essenciais, com supervisão humana rigorosa.
A Receita Federal busca, por meio da IA, analisar rapidamente grandes volumes de dados. O foco não seria ampliar a quantidade de fiscalizações, mas torná-las mais precisas. Identificam-se padrões e inconsistências com maior eficácia, destacando situações de risco e irregularidades fundamentadas.
Manutenção da supervisão humana
A política de IA garante que auditores fiscais mantenham seu papel fundamental. Decisões que afetam diretamente os contribuintes seguem sob responsabilidade dos funcionários da Receita.
A tecnologia é usada com cautela para proteger direitos fundamentais. A instituição promove a transparência.
Impactos nas empresas e no setor contábil
Empresas e contadores devem se adaptar rapidamente a essas mudanças. Com sistemas tecnológicos avançados, a margem para erros é significativamente reduzida.
A política pressiona as empresas a adotar práticas de conformidade mais rigorosas, evitando irregularidades no fornecimento de dados ao Fisco. A Receita Federal avança com IA para melhorar a administração tributária no Brasil. Com a tecnologia, espera-se um aumento na eficiência e precisão do processo fiscal brasileiro.





